Jornal denuncia: grupos econômicos se agigantam, pela EAD, graças a redução de salários de docentes

Reportagem do Valor Econômico, de 12 de junho último, confirma o que o Sinpro-Rio tem denunciado cotidianamente: grupos econômicos voltado para Educação aumentam seus lucros, via EAD, graças à redução dos salários de professoras e professores.
A matéria cita grupos listado na Bolsa Valores, como Ânima (proprietário de instituições como o IBMR) e Yduqs (que conta com instituições como Estácio e Ibmec)
Leiam aqui a abertura da reportagem:
No acumulado dos últimos cinco anos, as seis companhias de educação com capital aberto na B3 — Ânima, Cogna, Cruzeiro do Sul, Ser Educacional, Yduqs e Vitru, que juntas representam 58% do setor — viram o volume de alunos crescer 31%, a receita líquida subir 21% e o fluxo de caixa operacional avançar 43%. Parte desse ganho veio da redução de sua principal despesa, que é a folha de pagamento de professores e pessoal ligado à área acadêmica. O gasto médio das faculdades com esses profissionais era de R$ 95,2 mil no ano passado, o que representa queda real de 16% em relação a 2021.


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Este post foi publicado em 15/06/2026 às 14:53 dentro da(s) categoria(s): Notícias, Primeira página.
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