{"id":41584,"date":"2026-03-09T17:47:13","date_gmt":"2026-03-09T20:47:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/?p=41584"},"modified":"2026-03-09T18:37:11","modified_gmt":"2026-03-09T21:37:11","slug":"da-violencia-banal-a-tragedia-o-machismo-que-a-sociedade-admite-ate-quando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/da-violencia-banal-a-tragedia-o-machismo-que-a-sociedade-admite-ate-quando\/","title":{"rendered":"Da viol\u00eancia banal \u00e0 trag\u00e9dia: o machismo que a sociedade admite, at\u00e9 quando?"},"content":{"rendered":"<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Duda Quiroga &#8211; Diretora do Sinpro-Rio, Secret\u00e1ria Sindical PT RJ, CUT Brasil<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">\u00c9 inadmiss\u00edvel que, em pleno s\u00e9culo XXI, ainda nos deparemos com situa\u00e7\u00f5es t\u00e3o brutais de viol\u00eancia contra mulheres e meninas. Isso se torna ainda mais grave quando lembramos que o pa\u00eds lan\u00e7ou, em agosto de 2023, o Pacto Nacional de Preven\u00e7\u00e3o aos Feminic\u00eddios, reconhecendo a urg\u00eancia de proteger a vida das mulheres e enfrentar essa realidade.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Mesmo assim, seguimos convivendo com crimes que revelam a profundidade do machismo na sociedade brasileira.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Jovens, alguns maiores de idade e at\u00e9 um menor, se acham no direito de estuprar uma estudante. Um crime que destr\u00f3i vidas e deixa marcas f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas profundas, muitas vezes irrepar\u00e1veis.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Quando essa jovem encontra coragem para denunciar e o caso se torna p\u00fablico, descobrimos algo ainda mais grave: ela n\u00e3o foi a primeira.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Se perguntarmos a professores e pessoas que conviviam com esses rapazes, muitas vezes ouvimos: \u201cEles pareciam normais\u201d. Mas tamb\u00e9m surgem relatos que deveriam nos fazer refletir: havia sinais. Problemas de comportamento, atitudes agressivas, desrespeito cotidiano.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">O problema \u00e9 que naturalizamos tanto essas agress\u00f5es do dia a dia que acabamos abrindo caminho para brutalidades maiores.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Como escreveu a fil\u00f3sofa Simone de Beauvoir, \u201cbasta uma crise pol\u00edtica, econ\u00f4mica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados\u201d. A frase ajuda a lembrar que o ataque \u00e0s mulheres n\u00e3o \u00e9 um desvio isolado, mas parte de uma estrutura que insiste em recoloc\u00e1-las em posi\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Essa reflex\u00e3o tamb\u00e9m precisa alcan\u00e7ar o papel da grande imprensa e dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, que operam a partir de concess\u00f5es p\u00fablicas e t\u00eam responsabilidade social.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Seguimos convivendo com epis\u00f3dios absurdos. Em novembro do ano passado, um ataque dentro do CEFET-RJ resultou no assassinato da professora Allane de Souza Pedrotti Matos e da psic\u00f3loga Layse Costa Pinheiro, mortas no mesmo epis\u00f3dio de viol\u00eancia ocorrido dentro da institui\u00e7\u00e3o, ironicamente pr\u00f3ximo ao Dia Internacional de Combate \u00e0 Viol\u00eancia contra a Mulher.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Agora nos deparamos com o estupro de uma estudante do ensino m\u00e9dio, que carrega marcas f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas incontest\u00e1veis.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Enquanto isso, somos obrigados a assistir na televis\u00e3o, tratado como \u201ctreta\u201d ou entretenimento, um homem berrando com uma mulher e avan\u00e7ando contra ela, uma situa\u00e7\u00e3o evidente de viol\u00eancia psicol\u00f3gica, sem que haja interven\u00e7\u00e3o imediata.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Isso n\u00e3o \u00e9 entretenimento. \u00c9 viol\u00eancia.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">O programa poderia ter interrompido e feito um posicionamento p\u00fablico. J\u00e1 aconteceu antes. No Big Brother Brasil, quando um participante foi racista, a produ\u00e7\u00e3o interrompeu o programa e exibiu uma campanha educativa contra o racismo.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Naquele momento, corretamente, o racismo n\u00e3o foi tolerado.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Mas por que admitir a viol\u00eancia contra a mulher?<\/div>\n<div dir=\"auto\">Por que admitir a misoginia?<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">\u00c9 justamente essa toler\u00e2ncia, expl\u00edcita ou silenciosa, \u00e0 misoginia que permite que agress\u00f5es se acumulem at\u00e9 se transformarem em trag\u00e9dias.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">O Rio de Janeiro, infelizmente, tem sido um exemplo preocupante pela quantidade de ocorr\u00eancias recentes.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Mas trag\u00e9dias tamb\u00e9m precisam produzir respostas. Os casos recentes, o ataque que vitimou Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro e o estupro dessa estudante, precisam marcar um ponto de inflex\u00e3o: puni\u00e7\u00e3o aos respons\u00e1veis, repara\u00e7\u00e3o poss\u00edvel \u00e0s v\u00edtimas e pol\u00edticas efetivas de prote\u00e7\u00e3o e acolhimento para mulheres e crian\u00e7as.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Porque a viol\u00eancia contra mulheres n\u00e3o \u00e9 normal, n\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel e n\u00e3o pode ser tratada como parte da paisagem social.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">\u201cN\u00e3o \u00e9 n\u00e3o\u201d.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">E \u00e9 preciso afirmar isso todos os dias, na escola, na fam\u00edlia, na pol\u00edtica, na m\u00eddia e nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas. Nenhuma idade, religi\u00e3o, classe social, ra\u00e7a ou orienta\u00e7\u00e3o sexual pode servir de desculpa para o machismo e a misoginia.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a\">\n<div dir=\"auto\">Quando a sociedade tolera a viol\u00eancia contra mulheres, ela autoriza que novas trag\u00e9dias aconte\u00e7am. Combat\u00ea-la n\u00e3o \u00e9 apenas uma pauta das mulheres, \u00e9 de uma escolha civilizat\u00f3ria.<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duda Quiroga &#8211; Diretora do Sinpro-Rio, Secret\u00e1ria Sindical PT RJ, CUT Brasil \u00c9 inadmiss\u00edvel que, em pleno s\u00e9culo XXI, ainda nos deparemos com situa\u00e7\u00f5es t\u00e3o brutais de viol\u00eancia contra mulheres e meninas. 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