{"id":41475,"date":"2026-02-23T13:37:15","date_gmt":"2026-02-23T16:37:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/?p=41475"},"modified":"2026-03-05T14:37:08","modified_gmt":"2026-03-05T17:37:08","slug":"quando-o-salario-aumenta-a-vida-muda-o-impacto-da-isencao-do-ir-na-vida-das-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/quando-o-salario-aumenta-a-vida-muda-o-impacto-da-isencao-do-ir-na-vida-das-mulheres\/","title":{"rendered":"Quando o sal\u00e1rio aumenta, a vida muda: o impacto da isen\u00e7\u00e3o do IR na vida das mulheres"},"content":{"rendered":"<p>Justi\u00e7a tribut\u00e1ria tamb\u00e9m \u00e9 justi\u00e7a de g\u00eanero e quem vive de sal\u00e1rio n\u00e3o pode continuar pagando a conta da desigualdade.<br \/>\nPor Duda Quiroga, professora, psicopedagoga, feminista, Diretora do Sinpro-Rio, Secret\u00e1ria Sindical do PT-RJ e Executiva Nacional da CUT.<br \/>\nO debate sobre imposto de renda costuma parecer t\u00e9cnico demais, distante demais, abstrato demais. Mas n\u00e3o \u00e9. Ele cabe no carrinho do supermercado, na presta\u00e7\u00e3o do material escolar, no g\u00e1s que acaba antes do previsto. Ele cabe, sobretudo, na nossa vida de mulheres trabalhadoras.<br \/>\nA amplia\u00e7\u00e3o da faixa de isen\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda n\u00e3o \u00e9 apenas uma medida econ\u00f4mica. \u00c9 uma medida social. \u00c9 uma medida de justi\u00e7a. E, na pr\u00e1tica, \u00e9 uma pol\u00edtica que dialoga diretamente com a nossa realidade.<br \/>\nPorque somos n\u00f3s que, majoritariamente, administramos o or\u00e7amento dom\u00e9stico. Somos n\u00f3s que fazemos o sal\u00e1rio render at\u00e9 o fim do m\u00eas. Somos n\u00f3s que seguramos a casa quando a infla\u00e7\u00e3o aperta. Somos n\u00f3s que acumulamos jornadas no trabalho formal, no trabalho informal e no trabalho invis\u00edvel do cuidado.<br \/>\nQuando o governo decide que quem ganha menos n\u00e3o deve pagar imposto, est\u00e1 dizendo algo muito concreto: quem vive de sal\u00e1rio n\u00e3o pode continuar pagando a conta de um sistema injusto.<br \/>\nE isso tem g\u00eanero.<br \/>\nN\u00f3s estamos concentradas nas faixas salariais mais baixas. Recebemos, em m\u00e9dia, menos que os homens. Somos maioria nas categorias profissionais historicamente desvalorizadas como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, servi\u00e7os e com\u00e9rcio. Somos tamb\u00e9m maioria entre as chefes de fam\u00edlia solo.<br \/>\nPara uma professora da rede p\u00fablica, para uma trabalhadora da sa\u00fade, para uma comerci\u00e1ria, que muitas vezes somos n\u00f3s mesmas ou nossas companheiras de luta, a diferen\u00e7a no sal\u00e1rio l\u00edquido n\u00e3o \u00e9 um detalhe cont\u00e1bil. \u00c9 a possibilidade de respirar um pouco. \u00c9 reduzir o uso do cart\u00e3o de cr\u00e9dito. \u00c9 comprar um alimento de melhor qualidade. \u00c9 pagar uma conta atrasada. \u00c9 n\u00e3o precisar escolher entre rem\u00e9dio e transporte.<br \/>\nPol\u00edtica econ\u00f4mica tamb\u00e9m \u00e9 pol\u00edtica de g\u00eanero.<br \/>\nDurante anos, o Brasil aprofundou desigualdades com pol\u00edticas que favoreciam o topo da pir\u00e2mide e comprimiam a base. A corre\u00e7\u00e3o da tabela do imposto de renda \u00e9 parte de um movimento inverso: aliviar quem ganha menos e avan\u00e7ar no debate sobre taxa\u00e7\u00e3o dos super ricos.<br \/>\nIsso \u00e9 redistribui\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 compromisso com quem trabalha.<br \/>\nE quando falamos em redistribui\u00e7\u00e3o, falamos tamb\u00e9m em nossa autonomia. Cada real que permanece no nosso sal\u00e1rio amplia nossa margem de decis\u00e3o. Amplia nossa capacidade de sair de rela\u00e7\u00f5es violentas. Amplia nossa independ\u00eancia. Amplia nossa possibilidade de investir em n\u00f3s mesmas e nos nossos filhos.<br \/>\nA autonomia econ\u00f4mica \u00e9 uma das bases do enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero. E ela come\u00e7a, muitas vezes, em medidas que parecem t\u00e9cnicas, mas que s\u00e3o profundamente pol\u00edticas.<br \/>\nN\u00e3o se trata apenas de n\u00fameros na tabela da Receita. Trata-se de reconhecer que justi\u00e7a tribut\u00e1ria \u00e9 justi\u00e7a social. E justi\u00e7a social, no Brasil, precisa necessariamente ser feminista.<br \/>\nQuem muda a vida do povo n\u00e3o \u00e9 o mercado. \u00c9 pol\u00edtica p\u00fablica. \u00c9 decis\u00e3o de governo. \u00c9 projeto de pa\u00eds.<br \/>\nA isen\u00e7\u00e3o ampliada do Imposto de Renda n\u00e3o resolve todas as desigualdades estruturais que nos atravessam, especialmente quando falamos de n\u00f3s, mulheres negras e perif\u00e9ricas. Mas \u00e9 um passo concreto na dire\u00e7\u00e3o de um Estado que olha para quem vive do pr\u00f3prio trabalho.<br \/>\nE isso importa.<br \/>\nPorque quando o sal\u00e1rio aumenta, a vida muda.<br \/>\nE quando a nossa vida melhora, o pa\u00eds inteiro avan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Justi\u00e7a tribut\u00e1ria tamb\u00e9m \u00e9 justi\u00e7a de g\u00eanero e quem vive de sal\u00e1rio n\u00e3o pode continuar pagando a conta da desigualdade. Por Duda Quiroga, professora, psicopedagoga, feminista, Diretora do Sinpro-Rio, Secret\u00e1ria Sindical do PT-RJ e Executiva Nacional da CUT. O debate sobre imposto de renda costuma parecer t\u00e9cnico demais, distante demais, abstrato demais. Mas n\u00e3o \u00e9. 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