{"id":37052,"date":"2023-11-17T14:15:33","date_gmt":"2023-11-17T17:15:33","guid":{"rendered":"https:\/\/sinpro-rio.org.br\/principal\/?p=37052"},"modified":"2023-11-17T14:16:07","modified_gmt":"2023-11-17T17:16:07","slug":"37052-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/37052-2\/","title":{"rendered":"Consci\u00eancia Negra: professoras e professores na Educa\u00e7\u00e3o de Resist\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p>O Dia da Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro, foi institu\u00eddo em raz\u00e3o da morte de Zumbi, l\u00edder do Quilombo dos Palmares, situado na Serra da Barriga, atualmente no Estado de Alagoas. \u00c9 uma data para reflex\u00e3o e a\u00e7\u00f5es contra o racismo estrutural, que ainda perdura no Brasil. Completam-se 328 anos do dia em que Zumbi teve sua cabe\u00e7a cortada por lutar contra a escravid\u00e3o. No entanto, resqu\u00edcios da persegui\u00e7\u00e3o ainda hoje permanecem, com o assassinato de negros e negras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, em seu livro onde apresenta a ideia de racismo estrutural, afirmou: \u201cPor ser estrutural, o racismo \u00e9 tamb\u00e9m processo hist\u00f3rico. Desse modo, n\u00e3o se pode compreender o racismo apenas como deriva\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica dos sistemas econ\u00f4mico e pol\u00edtico. A especificidade da din\u00e2mica estrutural do racismo est\u00e1 ligada \u00e0s peculiaridades de cada forma\u00e7\u00e3o social. De tal sorte, quanto ao processo hist\u00f3rico tamb\u00e9m podemos dizer que o racismo se manifesta: de forma circunstancial e espec\u00edfica e em conex\u00e3o com as transforma\u00e7\u00f5es sociais\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a resist\u00eancia tem conquistas, como a recente san\u00e7\u00e3o pelo presidente Lula da nova Lei de Cotas que amplia vagas nas universidades p\u00fablicas, contemplando quilombolas, ind\u00edgenas, pretos, pardos e pessoas com defici\u00eancia. Entre os aprimoramentos da nova Lei de Cotas, consta tamb\u00e9m a prioridade para os cotistas no recebimento do aux\u00edlio estudantil e a extens\u00e3o das pol\u00edticas afirmativas para a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, Vitoria Carvalho, estudante de jornalismo e estagi\u00e1ria da Contee \u2013 Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino, destacou no texto \u201cA import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o no M\u00eas da Consci\u00eancia Negra: Promovendo a igualdade e a diversidade\u201d: \u201cO m\u00eas da Consci\u00eancia Negra no Brasil oferece uma oportunidade valiosa para refletir sobre a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o na promo\u00e7\u00e3o da igualdade racial e na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais inclusiva. Neste contexto, a educa\u00e7\u00e3o desempenha um papel fundamental na desconstru\u00e7\u00e3o de estere\u00f3tipos, no reconhecimento das contribui\u00e7\u00f5es dos afrodescendentes e na forma\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os conscientes e comprometidos com a diversidade\u201d. (leia abaixo este e outros textos na \u00edntegra sobre o tema).<\/p>\n\n\n\n<p>O Sinpro-Rio destaca grandes personalidades negras no contexto da educa\u00e7\u00e3o brasileira, exemplos de luta,&nbsp; resist\u00eancia e conquistas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria Firmina dos Reis<\/strong> nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o, no ano de 1825. Filha de pai negro e m\u00e3e branca, foi criada pela tia, que lhe deu acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o formal e aos 25 anos se tornou professora prim\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de professora, Firmina dos Reis \u00e9 a primeira romancista brasileira. Ela publicou sua primeira obra, \u00darsula, em 1859, aos 34 anos. Concomitante ao trabalho de professora, tamb\u00e9m lan\u00e7ou uma s\u00e9rie de contos e um livro de poemas (texto extra\u00eddo do Portal Geled\u00e9s: <a href=\"https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/\">https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hemet\u00e9rio Jos\u00e9 dos Santos<\/strong>, um intelectual negro que lutou por uma educa\u00e7\u00e3o universal e uma sociedade antirracista durante o fim do s\u00e9culo 19 e primeira metade do s\u00e9culo 20.<\/p>\n\n\n\n<p>Hemet\u00e9rio nasceu em Cod\u00f3 (MA), em 1858, trinta anos antes da aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no Brasil. Aos 16, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde terminou os estudos e se tornou professor explicador de franc\u00eas no Col\u00e9gio Pedro II. Ali, diz-se, foi visto pelo pr\u00f3prio imperador, que ficou admirado pela sua compet\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da vida, publicou livros, escreveu para jornais e se firmou como um respeitado estudioso da l\u00edngua portuguesa, a ponto de ser um dos patronos da Academia Brasileira de Filologia. Sua atua\u00e7\u00e3o, no entanto, esteve sempre ligada \u00e0s quest\u00f5es raciais e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o dos mais pobres.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o podemos pensar o Hemet\u00e9rio como um revolucion\u00e1rio do ponto de vista socialista, comunista e tudo mais. Mas isso n\u00e3o tira dele o m\u00e9rito de ser um cr\u00edtico \u00e0quela sociedade na quest\u00e3o racial e tamb\u00e9m, a coisa mais importante talvez, n\u00e3o s\u00f3 pela quest\u00e3o racial, mas pela educa\u00e7\u00e3o. Para que a educa\u00e7\u00e3o fosse p\u00fablica e popular, para que a educa\u00e7\u00e3o chegasse aos pobres\u201d, afirma o historiador Aderaldo dos Santos, que escreveu sua tese de doutorado sobre o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>(Aqui \u00edntegra de texto sobre Hemet\u00e9rio Jos\u00e9 dos Santos, no Portal Geled\u00e9s: <a href=\"https:\/\/www.geledes.org.br\/a-historia-do-professor-negro-e-antirracista-que-ensinou-durante-a-escravidao\/\">https:\/\/www.geledes.org.br\/a-historia-do-professor-negro-e-antirracista-que-ensinou-durante-a-escravidao\/<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Antonieta de Barros<\/strong> foi excepcional. Est\u00e1 entre as tr\u00eas primeiras mulheres eleitas no Brasil. A \u00fanica negra. Foi eleita em 1934 deputada estadual por Santa Catarina, mesmo ano que a m\u00e9dica Carlota Pereira de Queir\u00f3s foi eleita deputada federal por S\u00e3o Paulo. Sete anos antes, Alzira Soriano havia sido eleita prefeita num pequeno munic\u00edpio do Rio Grande do Norte, primeiro estado a permitir disputas femininas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nasceu em Desterro, como era chamada Florian\u00f3polis, no dia 11 de julho de 1901. No registro de batismo, na C\u00faria Metropolitana, realizado pelo Padre Francisco Topp, n\u00e3o aparece o nome do pai. A m\u00e3e era Catarina Waltrich, escrava liberta. No imagin\u00e1rio popular, a verdadeira paternidade estaria ligada \u00e0 fam\u00edlia Ramos, uma das mais tradicionais do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>A bandeira pol\u00edtica de Antonieta era o poder revolucion\u00e1rio e libertador da educa\u00e7\u00e3o para todos. O analfabetismo em Santa Catarina, em 1922, \u00e9poca que come\u00e7ou a lecionar, era de 65%. Isso que o Estado, sobretudo pela presen\u00e7a alem\u00e3, aparecia com um dos \u00edndices mais altos de escolariza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, seguidos por S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Professora formada, tinha 17 anos quando fundou o curso particular \u201cAntonieta de Barros\u201d, com o objetivo de combater o analfabetismo de adultos carentes. Sua cren\u00e7a era que a educa\u00e7\u00e3o era a \u00fanica arma capaz de libertar os desfavorecidos da servid\u00e3o. Sua fama de excelente profissional, no entanto, fez com que lecionasse tamb\u00e9m para a elite nos Col\u00e9gio Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, Dias Velho e Catarinense.<\/p>\n\n\n\n<p>(Leia aqui texto na \u00edntegra sobre a professora Antonieta de Barros, no site do jornal El Pa\u00eds: <a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/opiniao\/2020-10-15\/antonieta-de-barros-a-parlamentar-negra-pioneira-que-criou-o-dia-do-professor.html\">https:\/\/brasil.elpais.com\/opiniao\/2020-10-15\/antonieta-de-barros-a-parlamentar-negra-pioneira-que-criou-o-dia-do-professor.html<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Abdias do Nascimento<\/strong>, artista, professor universit\u00e1rio e pol\u00edtico, nasceu em 14 de mar\u00e7o de 1914, em Franca, interior de S\u00e3o Paulo. Neto de uma ex-escrava, Abdias come\u00e7ou a trabalhar aos 9 anos entregando leite e carne nas casas de pessoas ricas. Com 15 anos, se formou em contabilidade. \u00c9 dif\u00edcil resumir a hist\u00f3ria de Abdias do Nascimento pelos muitos feitos na luta do movimento negro.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor foi um dos fundadores do Teatro Experimental do Negro (TEN), onde come\u00e7aram muitos artistas de talento como Ruth de Souza e L\u00e9a Garcia. Abdias tamb\u00e9m ajudou a fundar o Museu de Arte Negra (MAN) e o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), ambientados no Rio de Janeiro, onde viveu durante uma parte da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Exilado nos Estados Unidos durante a Ditadura Militar no Brasil, Abdias se aproximou de movimentos como Panteras Negras, deu aula em universidades no pa\u00eds e foi um militante ativo no pan-africanismo.<\/p>\n\n\n\n<p>O acad\u00eamico, artista pl\u00e1stico e economista tamb\u00e9m entrou na carreira pol\u00edtica com duas passagens pelo Senado brasileiro, durante os anos de 1991 e 1996. Abdias recebeu Pr\u00eamio Toussaint Louverture pelos Extraordin\u00e1rios Servi\u00e7os Prestados \u00e0 Luta contra a Discrimina\u00e7\u00e3o Racial, na sede da Unesco em Paris, em 2004 (texto extra\u00eddo do Portal Geled\u00e9s).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Milton Santos<\/strong> \u00e9 um dos maiores ge\u00f3grafos brasileiros. Natural de Brotas de Maca\u00fabas, interior da Bahia, o professor nasceu em 3 de maio de 1926. Seus pais e av\u00f3s maternos eram professores do prim\u00e1rio e ensinaram Santos a ler, escrever, falar franc\u00eas, al\u00e9m de ensinarem \u00e1lgebra ao filho.<\/p>\n\n\n\n<p>Aos 10 anos, se mudou para Salvador e passou a estudar no Instituto Baiano de Ensino, um internato localizado na capital da Bahia. No internato, as aulas do professor Oswaldo Imbassahy despertaram seu interesse pela Geografia.<\/p>\n\n\n\n<p>O jovem Milton Santos j\u00e1 lecionava matem\u00e1tica aos 13 anos para os colegas de internato e aos 15 come\u00e7ou a ensinar geografia. Santos estudou na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, mas nunca exerceu a profiss\u00e3o e mudou-se para Ilh\u00e9us onde dava aulas de Geografia no gin\u00e1sio municipal (<a href=\"https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/\">https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p>Milton Santos \u00e9 um dos grandes respons\u00e1veis por estudos que mostram que a geografia engloba campos como sociologia, economia e pol\u00edtica. Ele realizou pesquisas sobre urbaniza\u00e7\u00e3o em pa\u00edses pobres e globaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1994, recebeu o pr\u00eamio Vautrin Lud, considerado o \u2018Nobel da Geografia\u2019. Milton \u00e9 o \u00fanico brasileiro a receber o pr\u00eamio (<a href=\"https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/\">https:\/\/revistaraca.com.br\/tres-professores-negros-brasileiros-inspiradores\/<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonia Guimar\u00e3es<\/strong>, a primeira doutora em f\u00edsica no Brasil e primeira mulher negra professora no Instituto Tecnol\u00f3gico de Aeron\u00e1utica (ITA) de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos.<\/p>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancia brasileira na \u00e1rea, Guimar\u00e3es tem a doc\u00eancia marcada pela alegria em lecionar, as roupas coloridas e a risada alta que contrastam com os corredores silenciosos e opacos dos laborat\u00f3rios, mas principalmente pelo ativismo em impulsionar o protagonismo feminino na \u00e1rea de exatas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sonia Guimar\u00e3es entrou para a sala de aula do ITA quando as mulheres ainda n\u00e3o eram aceitas no vestibular do ITA.<\/p>\n\n\n\n<p>Professora de f\u00edsica h\u00e1 30 anos no ITA, ela tamb\u00e9m \u00e9 pesquisadora na \u00e1rea &#8211; onde a presen\u00e7a feminina \u00e9 ainda menor.<\/p>\n\n\n\n<p>Sonia decidiu pela F\u00edsica em 1976, quando saiu da escola p\u00fablica para a concorrida Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar). A sala era composta por 50 alunos, onde apenas cinco eram mulheres. Ela deixou a casa dos pais, tapeceiro e comerciante, para estudar fora aos 19 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Escolheu a carreira acad\u00eamica e partiu da gradua\u00e7\u00e3o para o mestrado e doutorado &#8211; o \u00faltimo feito na Inglaterra. E, como se isso j\u00e1 n\u00e3o fosse grande para a menina que deixou a casa dos pais, entrou para o ITA em 1993 como um marco. (Leia aqui \u00edntegra de texto do G1, o qual reporta homenagem \u00e0 professora Sonia Guimar\u00e3es com a Medalha&nbsp; Santos Dumont, de honra ao m\u00e9rito: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/sp\/vale-do-paraiba-regiao\/noticia\/2023\/05\/19\/primeira-professora-negra-no-ita-sonia-guimaraes-recebe-medalha-santos-dumont-reconhecimento-fantastico.ghtml\">https:\/\/g1.globo.com\/sp\/vale-do-paraiba-regiao\/noticia\/2023\/05\/19\/primeira-professora-negra-no-ita-sonia-guimaraes-recebe-medalha-santos-dumont-reconhecimento-fantastico.ghtml<\/a> )<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Revista Ensino Superior: Onde est\u00e3o os professores negros?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/revistaensinosuperior.com.br\/2022\/11\/18\/onde-estao-os-professores-negros\/\">https:\/\/revistaensinosuperior.com.br\/2022\/11\/18\/onde-estao-os-professores-negros\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Minist\u00e9rio dos Direitos Humanos e da Cidadania<\/strong> &#8211; <strong>ACESSO \u00c0 EDUCA\u00c7\u00c3O &#8211; Sancionada pelo presidente Lula, nova Lei de Cotas amplia vagas nas universidades p\u00fablicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mdh\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/novembro\/sancionada-pelo-presidente-lula-nova-lei-de-cotas-amplia-vagas-nas-universidades-publicas\">https:\/\/www.gov.br\/mdh\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/novembro\/sancionada-pelo-presidente-lula-nova-lei-de-cotas-amplia-vagas-nas-universidades-publicas<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o no M\u00eas da Consci\u00eancia Negra: Promovendo a igualdade e a diversidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-contee wp-block-embed-contee\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"4XeBXY9orQ\"><a href=\"https:\/\/contee.org.br\/a-importancia-da-educacao-no-mes-da-consciencia-negra-promovendo-a-igualdade-e-a-diversidade\/\">A import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o no M\u00eas da Consci\u00eancia Negra: Promovendo a igualdade e a diversidade<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;A import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o no M\u00eas da Consci\u00eancia Negra: Promovendo a igualdade e a diversidade&#8221; &#8212; CONTEE\" src=\"https:\/\/contee.org.br\/a-importancia-da-educacao-no-mes-da-consciencia-negra-promovendo-a-igualdade-e-a-diversidade\/embed\/#?secret=8XQ9ACvFNK#?secret=4XeBXY9orQ\" data-secret=\"4XeBXY9orQ\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Portal Geled\u00e9s: \u2018Hist\u00f3ria do racismo na USP coincide com a hist\u00f3ria da USP\u2019, diz professor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-geledes wp-block-embed-geledes\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Vbg1y1qBhI\"><a href=\"https:\/\/www.geledes.org.br\/historia-do-racismo-na-usp-coincide-com-a-historia-da-usp-diz-professor\/\">&#8216;Hist\u00f3ria do racismo na USP coincide com a hist\u00f3ria da USP&#8217;, diz professor<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;&#8216;Hist\u00f3ria do racismo na USP coincide com a hist\u00f3ria da USP&#8217;, diz professor&#8221; &#8212; Geled\u00e9s\" src=\"https:\/\/www.geledes.org.br\/historia-do-racismo-na-usp-coincide-com-a-historia-da-usp-diz-professor\/embed\/#?secret=6kXtgydt98#?secret=Vbg1y1qBhI\" data-secret=\"Vbg1y1qBhI\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Mundo Negro: Cresce o n\u00famero de professores universit\u00e1rios negros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/mundonegro.inf.br\/cresce-o-numero-de-professores-universitarios-negros\/\">https:\/\/mundonegro.inf.br\/cresce-o-numero-de-professores-universitarios-negros\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Toda mat\u00e9ria: Zumbi dos Palmares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.todamateria.com.br\/zumbi-dos-palmares\/\">https:\/\/www.todamateria.com.br\/zumbi-dos-palmares\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dia da Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro, foi institu\u00eddo em raz\u00e3o da morte de Zumbi, l\u00edder do Quilombo dos Palmares, situado na Serra da Barriga, atualmente no Estado de Alagoas. \u00c9 uma data para reflex\u00e3o e a\u00e7\u00f5es contra o racismo estrutural, que ainda perdura no Brasil. 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