{"id":32253,"date":"2022-01-19T10:50:31","date_gmt":"2022-01-19T13:50:31","guid":{"rendered":"https:\/\/sinpro-rio.org.br\/principal\/?p=32253"},"modified":"2022-01-19T15:50:22","modified_gmt":"2022-01-19T18:50:22","slug":"revista-cientifica-britanica-nature-alerta-para-os-desafios-impostos-pela-variante-omicron","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/revista-cientifica-britanica-nature-alerta-para-os-desafios-impostos-pela-variante-omicron\/","title":{"rendered":"Revista cient\u00edfica brit\u00e2nica Nature alerta para os desafios impostos pela variante \u00d4micron.*"},"content":{"rendered":"\n<p>&#8220;<strong>A COVID veio para ficar: pa\u00edses precisam decidir como se adaptar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A variante \u00d4micron desnudou a necessidade de se viver com uma doen\u00e7a que apresenta um conjunto mutante de desafios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para quem tinha esperan\u00e7as de passar a pandemia para o pret\u00e9rito perfeito, a variante \u00d4micron \u00e9 um duro lembrete de que ainda est\u00e1 muito presente. Em vez de fazer planos de volta \u00e0 vida \u2018normal\u2019 que conhec\u00edamos antes da pandemia, 2022 \u00e9 o ano em que o mundo tem que aceitar o fato de que a SARS-CoV-2 veio para ficar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pa\u00edses t\u00eam que decidir como v\u00e3o conviver com a COVID-19 \u2013 e conviver com a COVID-19 n\u00e3o significa ignor\u00e1-la. Cada regi\u00e3o precisa pensar em como equilibrar as mortes, defici\u00eancias e transtornos causados pelo v\u00edrus com os custos sociais e financeiros de tentar control\u00e1-lo, tais como a obrigatoriedade da m\u00e1scara e o fechamento de empresas. Este equil\u00edbrio vai variar de um lugar para o outro e com o tempo, \u00e0 medida que novas terapias sejam disponibilizadas \u2013 e que novas variantes apare\u00e7am.<\/p>\n\n\n\n<p>O surgimento da variante \u00d4micron, em novembro passado, ressaltou os desafios da vida com SARS-CoV-2. Alguns pa\u00edses j\u00e1 estavam enfrentando surtos da altamente transmiss\u00edvel variante Delta, mas as vacinas e as infec\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias conferiam n\u00edveis relativamente altos de prote\u00e7\u00e3o contra ela, sobretudo contra uma manifesta\u00e7\u00e3o mais s\u00e9ria da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Esperava-se que as muta\u00e7\u00f5es do genoma viral fosse lentamente submeter-se a esta imunidade, especialmente sua habilidade em deter a transmiss\u00e3o viral. Mas a \u00d4micron deu um golpe mais r\u00e1pido e mais s\u00e9rio do que se esperava na imunidade. Est\u00e1 claro agora que as reinfec\u00e7\u00f5es por SARS-CoV-2 s\u00e3o mais comuns, e que algumas das vacinas mais amplamente utilizadas falharam face \u00e0 variante. As vacinas iniciais, desenvolvidas contra uma variante anterior, requerem agora um refor\u00e7o ou adapta\u00e7\u00e3o para oferecer n\u00edveis eficazes de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas as not\u00edcias n\u00e3o s\u00e3o de todo m\u00e1s. As vacinas, especialmente quando adaptadas ou refor\u00e7adas, ainda parecem dar boa prote\u00e7\u00e3o contra casos graves ou fatais. Dados preliminares de estudos com animais sugerem que a \u00d4micron pode gerar uma patologia diferente se comparada a variantes anteriores, causando infec\u00e7\u00e3o maior no trato respirat\u00f3rio superior e menos infec\u00e7\u00e3o dos pulm\u00f5es (P. 177). Dados de v\u00e1rios pa\u00edses sugerem que a variante est\u00e1 associada \u00e0 forma menos grave da doen\u00e7a, embora ainda n\u00e3o se saiba se isso se deve \u00e0 pr\u00f3pria variante ou a uma vasta imuniza\u00e7\u00e3o preexistente.<\/p>\n\n\n\n<p>Com taxas de infec\u00e7\u00e3o em alta no mundo todo e muitos pa\u00edses ainda sem acesso a uma vacina\u00e7\u00e3o adequada, mais variantes preocupantes continuar\u00e3o a surgir. E, como ficou provado com a \u00d4micron, prever o curso dessas variantes torna-se mais dif\u00edcil, pois as complexidades da evolu\u00e7\u00e3o viral e a imuniza\u00e7\u00e3o preexistente complicam os modelos previamente usados para antecipar o curso da pandemia. Novos modelos precisam levar em conta os efeitos das vacinas, as infec\u00e7\u00f5es anteriores, a queda da imunidade ao longo do tempo, as doses de refor\u00e7o e as variantes virais \u2013 e, no decorrer do ano, dever\u00e1 ser considerado o impacto de novos tratamentos antivirais.<\/p>\n\n\n\n<p>O que fica claro, por\u00e9m, \u00e9 que a esperan\u00e7a de que as vacinas e as infec\u00e7\u00f5es anteriores fossem criar a imunidade de rebanho \u2013 uma possibilidade improv\u00e1vel desde o in\u00edcio \u2013 quase desapareceu. \u00c9 consenso que SARS-CoV-2 se tornar\u00e1 end\u00eamica em vez de extinta, com as vacinas oferecendo prote\u00e7\u00e3o contra manifesta\u00e7\u00f5es graves e morte, mas sem erradicar o v\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>Como a \u00d4micron e outras variantes t\u00eam demonstrado, isto s\u00f3 aumenta a urg\u00eancia da distribui\u00e7\u00e3o das vacinas a pa\u00edses que n\u00e3o as t\u00eam. Esfor\u00e7os est\u00e3o em curso para refor\u00e7ar a produ\u00e7\u00e3o de vacinas em pa\u00edses como a \u00c1frica do Sul, que n\u00e3o s\u00e3o historicamente centros de fabrica\u00e7\u00e3o de vacinas. Estes e outros esfor\u00e7os para aumentar o acesso a vacinas \u00e9 do interesse de todos os pa\u00edses: variantes devastadoras t\u00eam grandes possibilidades de surgir e semear graves surtos em regi\u00f5es com baixo \u00edndice de vacina\u00e7\u00e3o, e seu alastramento ser\u00e1 ainda mais exacerbado onde n\u00edveis de testagem e vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica sejam baixos tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O pr\u00f3ximo cap\u00edtulo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, 2022 tende a aumentar nossas defesas contra a pandemia. Novas vacinas \u2013 tais como as de base prot\u00e9ica, que poder\u00e3o custar menos e requerer menos rigor na estocagem do que as atuais vacinas de mRNA \u2013 estar\u00e3o mais amplamente dispon\u00edveis. Em dezembro, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade aprovou a longamente esperada vacina de prote\u00edna feita pela Novavax em Gaithersburg, Maryland, para uso emergencial. Testes cl\u00ednicos em progresso v\u00e3o estabelecer se as futuras vacinas candidatas, que visam variantes espec\u00edficas de coronav\u00edrus, ou que podem ser inaladas ou tomadas oralmente em vez de injetadas, ser\u00e3o eficazes. V\u00e1rias candidatas nasais est\u00e3o em testagem cl\u00ednica, incluindo a da CanSino, em Tianjin, China, e uma outra desenvolvida pela AstraZeneca em Cambridge, Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, novas drogas antivirais, formuladas em comprimidos que podem facilmente ser administrados no curso da infec\u00e7\u00e3o para reduzir as chances de gravidade ou morte, oferecem uma nova abordagem contra a COVID-19. Nos \u00faltimos meses, alguns pa\u00edses autorizaram o uso de duas dessas drogas: o molnupiravir, fabricado pela Merk em Kenilworth, Nova Jersey, e Ridgeback Biotheurapeutics em Miami, Fl\u00f3rida; e o Paxlovid, fabricado pela Pfizer, em Nova Iorque. Outras drogas candidatas poder\u00e3o fornecer dados essenciais no ano vindouro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Tudo isso vai expandir a capacidade mundial de lidar com os surtos de SARS-CoV-2. \u00c9 tamb\u00e9m causa de esperan\u00e7a e otimismo, mas com uma forte dose de realismo: o v\u00edrus vai continuar a circular e a modificar-se, e os governos precisam continuar a confiar nas orienta\u00e7\u00f5es e conselhos dos cientistas. Nem sempre seremos capazes de prever o caminho do v\u00edrus, e devemos estar prontos a nos adaptar a ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Nature | Vol 601 | 13 Janeiro 2022 | <strong>165<\/strong>&#8220;<\/p>\n\n\n\n<p>Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-022-00057-y<\/p>\n\n\n\n<p><strong>* <\/strong>Tradu\u00e7\u00e3o<strong>:<\/strong> Professora Marina Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A COVID veio para ficar: pa\u00edses precisam decidir como se adaptar A variante \u00d4micron desnudou a necessidade de se viver com uma doen\u00e7a que apresenta um conjunto mutante de desafios Para quem tinha esperan\u00e7as de passar a pandemia para o pret\u00e9rito perfeito, a variante \u00d4micron \u00e9 um duro lembrete de que ainda est\u00e1 muito presente. 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