{"id":26252,"date":"2012-11-22T00:00:00","date_gmt":"2012-11-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinpro-rio.org.br\/principal\/quot-a-juventude-negra-quer-viver-quer-ter-acesso-a-educac-o-e-ao-trabalho-decente-quot-por-alfredo-santos-junior\/"},"modified":"2012-11-22T00:00:00","modified_gmt":"2012-11-22T00:00:00","slug":"quot-a-juventude-negra-quer-viver-quer-ter-acesso-a-educac-o-e-ao-trabalho-decente-quot-por-alfredo-santos-junior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/quot-a-juventude-negra-quer-viver-quer-ter-acesso-a-educac-o-e-ao-trabalho-decente-quot-por-alfredo-santos-junior\/","title":{"rendered":"&#034;A Juventude Negra quer viver, quer ter acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao trabalho decente!&#034;, por  Alfredo Santos Junior"},"content":{"rendered":"\n<p>\n <em><br \/>\n  22\/11\/2012<br \/>\n <\/em>\n<\/p>\n<p>\n <i><br \/>\n  Artigo por: Alfredo Santos Junior, secret\u00e1rio Nacional de Juventude da CUT<br \/>\n <\/i>\n<\/p>\n<p>\n A data de 20 de novembro, dia nacional da Consci\u00eancia Negra, \u00e9 momento oportuno para reflex\u00e3o sobre a condi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra e de constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es conjuntas para colocarmos um fim no racismo ainda pungente em nosso pa\u00eds.\n<\/p>\n<p>\n A Central \u00danica dos Trabalhadores (CUT), protagonista indiscut\u00edvel na luta contra o racismo no meio sindical, marcou o m\u00eas de novembro com o lan\u00e7amento de sua campanha \u201cPor igualdade racial no trabalho e na vida\u201d. O objetivo desta campanha \u00e9 intervir em \u201cdebates sobre pol\u00edticas p\u00fablicas, rela\u00e7\u00f5es de trabalho e outros assuntos que envolvam a tem\u00e1tica \u00e9tnico-racial, e na luta por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra e a toda sociedade, por dignidade, qualidade de vida \u2013 em busca de uma sociedade justa e igualit\u00e1ria.\u201d\n<\/p>\n<p>\n A Secretaria Nacional de Juventude da CUT (SNJ\/CUT) se incorpora a esta Campanha, denunciando especialmente a grave e urgente situa\u00e7\u00e3o da juventude negra, que vive um verdadeiro genoc\u00eddio e que, mesmo com uma vis\u00edvel crescente escolaridade, segue enfrentando discrimina\u00e7\u00f5es nos acesso aos estudos e no mercado de trabalho.\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Juventude Negra quer Viver!<br \/>\n <\/b>\n<\/p>\n<p>\n Os homic\u00eddios s\u00e3o hoje a principal causa de morte de jovens de 15 a 29 anos no Brasil e atingem especialmente jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias e \u00e1reas metropolitanas dos centros urbanos. A sociedade brasileira parece n\u00e3o se incomodar com os alarmantes dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, por exemplo, que  mostram que mais da metade (53,3%) dos 49.932 mortos por homic\u00eddios em 2010 no Brasil eram jovens, dos quais 76,6% negros (pretos e pardos) e 91,3% do sexo masculino.\n<\/p>\n<p>\n Negritar o debate sobre o genoc\u00eddio da popula\u00e7\u00e3o jovem negra \u00e9 uma demanda antiga do movimento social negro h\u00e1 d\u00e9cadas, que foi defendida pela pr\u00f3pria juventude, tendo sido eleita como a principal prioridade para as pol\u00edticas p\u00fablicas de juventude da 1\u00aa Confer\u00eancia Nacional de Juventude do Governo Federal, em 2008.\n<\/p>\n<p>\n Neste ano, o Governo Federal, atrav\u00e9s de sua Secretaria Nacional de Juventude apresentou o programa \u201cJuventude Viva\u201d, como resposta \u00e0 esta demanda. O Plano foi articulado no \u00e2mbito do F\u00f3rum Cidadania e Direitos, criado pela presidente para articular Minist\u00e9rios e pol\u00edticas p\u00fablicas relacionados a essa tem\u00e1tica. A coordena\u00e7\u00e3o do Plano de Preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Viol\u00eancia Contra a Juventude Negra foi delegada \u00e0 Secretaria-Geral da Presid\u00eancia, que articula com os movimentos sociais e para dentro do governo.\n<\/p>\n<p>\n Para a SNJ\/CUT, o Plano \u201cJuventude Viva\u201d pode ser uma oportunidade para enfrentar n\u00e3o somente o racismo, mas tamb\u00e9m o preconceito geracional, j\u00e1 que, pela primeira vez o governo brasileiro, est\u00e1 atuando de maneira coordenada para o enfrentamento do racismo com foco na juventude.Al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es voltadas para o fortalecimento da trajet\u00f3ria dos jovens e transforma\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios, o Plano busca promover os valores da igualdade e da n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o, o enfrentamento ao racismo e ao preconceito geracional, que contribuem com os altos \u00edndices de mortalidade da juventude negra brasileira.\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Juventude Negra quer ter acesso ao ensino!<br \/>\n <\/b>\n<\/p>\n<p>\n Ao analisarmos os dados da escolaridade nos anos recentes, focando na popula\u00e7\u00e3o com 18 anos e mais que frequenta, ou j\u00e1 concluiu, o ensino superior, podemos visualizar o avan\u00e7o recente desse importante e hist\u00f3rico gargalo educacional para os negros\/as. O estabelecimento gradual de cotas aos negros\/as nas universidades p\u00fablicas ao longo dos anos 2000, esbo\u00e7ada e gestada na primeira metade da d\u00e9cada, mas, notadamente intensificada desde ent\u00e3o, pode ter, tanto quanto outras pol\u00edticas, favorecido as condi\u00e7\u00f5es de acesso dessa popula\u00e7\u00e3o nesse n\u00edvel de ensino.\n<\/p>\n<p>\n Embora a propor\u00e7\u00e3o de negros\/as no ensino superior ainda se mantenha substantivamente aqu\u00e9m do percentual de n\u00e3o negros\/as, o ritmo de ingresso de afro-brasileiros nos centro universit\u00e1rios vem ganhando corpo na \u00faltima d\u00e9cada, particularmente a partir de 2006.\n<\/p>\n<p>\n Em 2001, apenas 1,9% dos negros havia ingressado no ensino superior em S\u00e3o Paulo, enquanto entre os n\u00e3o negros, 5,8% estavam na mesma situa\u00e7\u00e3o. Passados dez anos, esses percentuais progrediram para, respectivamente, 3,5% e 6,6%. Aproxima\u00e7\u00e3o maior foi obtida no Distrito Federal, que, em 2011, mantinha 7,0% dos negros e 8,8% dos n\u00e3o negros em faculdades e universidades.\n<\/p>\n<p>\n \u00c9 fato que todos e todas queremos uma educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica de qualidade, desde a creche at\u00e9 a universidade, entretanto, a popula\u00e7\u00e3o negra n\u00e3o pode esperar a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica como um todo melhorar para ter acesso \u00e0 universidade. Ela quer, e com absoluta raz\u00e3o, estar hoje nas universidades, e \u00e9 por isso que os dados demonstram que a pol\u00edtica de cotas \u00e9 acertad\u00edssima enquanto medida necess\u00e1ria que n\u00e3o visa compensar diferen\u00e7as sociais do passado, mas sim de enfrentar a injusti\u00e7a do presente, onde quem tem acesso \u00e0 universidade p\u00fablica \u00e9 uma esmagadora maioria branca.\n<\/p>\n<p>\n As cotas raciais n\u00e3o s\u00e3o de maneira integral uma solu\u00e7\u00e3o para as desigualdades raciais em nosso pa\u00eds. Elas devem ser parte de um conjunto de pol\u00edticas p\u00fablicas, especialmente daquelas de expans\u00e3o e fortalecimento da universidade p\u00fablica, de qualifica\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o do ensino fundamental e m\u00e9dio da rede p\u00fablica e de integra\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de Estado que visem o crescimento econ\u00f4mico, cria\u00e7\u00e3o de empregos e distribui\u00e7\u00e3o de renda.\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Juventude Negra quer ter trabalho decente!<br \/>\n <\/b>\n<\/p>\n<p>\n O avan\u00e7o na escolaridade da popula\u00e7\u00e3o negra vem contribuindo ainda de maneira muito lenta em uma mudan\u00e7a de fato no mercado de trabalho. O mercado de trabalho, por ser profundamente racista, tem rejeitado estes trabalhadores negros\/as, ainda que com qualifica\u00e7\u00e3o superior. E quando os admite, oferece sal\u00e1rios inferiores aos pagos aos brancos, al\u00e9m de piores e mais prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de trabalho.\n<\/p>\n<p>\n O caso ainda mais not\u00f3rio de ocupa\u00e7\u00e3o da juventude negra, destacadamente das mulheres jovens negras, \u00e9 o de empregada dom\u00e9stica, em sua grande maioria sem carteira de trabalho assinada, sem jornada estabelecida e em condi\u00e7\u00f5es de trabalho e rendimento absolutamente prec\u00e1rios.\n<\/p>\n<p>\n A Secretaria Nacional de Combate ao Racismo da CUT aponta como foco desta gest\u00e3o o direcionamento para que o conjunto das entidades filiadas \u00e0 CUT tenham uma preocupa\u00e7\u00e3o de incluir nas suas conven\u00e7\u00f5es coletivas cla\u00fasulas sobre a quest\u00e3o racial, visando a promo\u00e7\u00e3o da igualdade e o combate ao preconceito e a discrimina\u00e7\u00e3o.\n<\/p>\n<p>\n \u00c9 importante que o movimento sindical como um todo centre esfor\u00e7os para que o combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o racial e de g\u00eanero no mercado de trabalho esteja no centro de suas luta por trabalho decente.\n<\/p>\n<p>\n A CUT defende a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade com horizontes socialistas, e n\u00f3s afirmamos que n\u00e3o h\u00e1 socialismo sem igualdade entre todos e todas, sejam mulheres, homens, negros, brancos, ind\u00edgenas, quilombolas, ribeirinhos.\n<\/p>\n<p>\n Estamos na luta por igualdade racial no trabalho e na vida!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>22\/11\/2012 Artigo por: Alfredo Santos Junior, secret\u00e1rio Nacional de Juventude da CUT A data de 20 de novembro, dia nacional da Consci\u00eancia Negra, \u00e9 momento oportuno para reflex\u00e3o sobre a condi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra e de constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es conjuntas para colocarmos um fim no racismo ainda pungente em nosso pa\u00eds. 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