{"id":20425,"date":"2011-12-05T00:00:00","date_gmt":"2011-12-05T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"lei-contra-assedio-moral-nas-escolas-privadas-e-publicas-e-sancionada-no-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/lei-contra-assedio-moral-nas-escolas-privadas-e-publicas-e-sancionada-no-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Lei contra Ass\u00e9dio Moral nas escolas privadas e p\u00fablicas \u00e9 sancionada no Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p>\n <em><br \/>\n  05\/12\/2011<br \/>\n <\/em>\n<\/p>\n<p>\n O governador Sergio Cabral sancionou a Lei n\u00ba 6.084, que cria o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\n  Para efetiva\u00e7\u00e3o do programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores, pais (ou respons\u00e1veis) e alunos. Veja abaixo a \u00edntegra da Lei:<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Lei n\u00ba 6.084, de 22 de novembro de 2011<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   <br \/>\n   Institui o programa de preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia no \u00e2mbito do estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\n    O governador do estado do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>\n     Fa\u00e7o saber que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 1\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n      <br \/>\n      Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 2\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n       <br \/>\n       I. insultos pessoais;<br \/>\n       <br \/>\n       II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n       <br \/>\n       III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n       <br \/>\n       IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n       <br \/>\n       V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n       <br \/>\n       VI. isolamento social;<br \/>\n       <br \/>\n       VII. amea\u00e7as;<br \/>\n       <br \/>\n       VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n        <b><br \/>\n         Art. 3\u00ba<br \/>\n        <\/b><br \/>\n        O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n        <br \/>\n        I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n        <br \/>\n        II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n        <br \/>\n        III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n         <b><br \/>\n          Art. 4\u00ba<br \/>\n         <\/b><br \/>\n         Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n         <br \/>\n         Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n          <b><br \/>\n           Art. 5\u00ba<br \/>\n          <\/b><br \/>\n          S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n          <br \/>\n          I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n          <br \/>\n          II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n          <br \/>\n          III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n          <br \/>\n          IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n          <br \/>\n          V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n          <br \/>\n          VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n          <br \/>\n          VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n          <br \/>\n          VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n          <br \/>\n          IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n          <br \/>\n          X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n           <b><br \/>\n            Art. 6\u00ba<br \/>\n           <\/b><br \/>\n           Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n            <b><br \/>\n             Art. 7\u00ba<br \/>\n            <\/b><br \/>\n            Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n             Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n             <br \/>\n             Sergio Cabral<br \/>\n             <br \/>\n             Governador\n            <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n Para efetiva\u00e7\u00e3o do programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores, pais (ou respons\u00e1veis) e alunos. Veja abaixo a \u00edntegra da Lei:<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Lei n\u00ba 6.084, de 22 de novembro de 2011<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  <br \/>\n  Institui o programa de preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia no \u00e2mbito do estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\n   O governador do estado do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>\n    Fa\u00e7o saber que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 1\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n     <br \/>\n     Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 2\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n      <br \/>\n      I. insultos pessoais;<br \/>\n      <br \/>\n      II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n      <br \/>\n      III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n      <br \/>\n      IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n      <br \/>\n      V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n      <br \/>\n      VI. isolamento social;<br \/>\n      <br \/>\n      VII. amea\u00e7as;<br \/>\n      <br \/>\n      VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 3\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n       <br \/>\n       I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n       <br \/>\n       II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n       <br \/>\n       III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n        <b><br \/>\n         Art. 4\u00ba<br \/>\n        <\/b><br \/>\n        Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n        <br \/>\n        Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n         <b><br \/>\n          Art. 5\u00ba<br \/>\n         <\/b><br \/>\n         S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n         <br \/>\n         I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n         <br \/>\n         II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n         <br \/>\n         III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n         <br \/>\n         IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n         <br \/>\n         V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n         <br \/>\n         VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n         <br \/>\n         VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n         <br \/>\n         VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n         <br \/>\n         IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n         <br \/>\n         X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n          <b><br \/>\n           Art. 6\u00ba<br \/>\n          <\/b><br \/>\n          Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n           <b><br \/>\n            Art. 7\u00ba<br \/>\n           <\/b><br \/>\n           Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n            Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n            <br \/>\n            Sergio Cabral<br \/>\n            <br \/>\n            Governador\n           <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Lei n\u00ba 6.084, de 22 de novembro de 2011<br \/>\n <\/b><br \/>\n <br \/>\n Institui o programa de preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia no \u00e2mbito do estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\n  O governador do estado do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>\n   Fa\u00e7o saber que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 1\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n    <br \/>\n    Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 2\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n     <br \/>\n     I. insultos pessoais;<br \/>\n     <br \/>\n     II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n     <br \/>\n     III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n     <br \/>\n     IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n     <br \/>\n     V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n     <br \/>\n     VI. isolamento social;<br \/>\n     <br \/>\n     VII. amea\u00e7as;<br \/>\n     <br \/>\n     VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 3\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n      <br \/>\n      I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n      <br \/>\n      II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n      <br \/>\n      III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 4\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n       <br \/>\n       Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n        <b><br \/>\n         Art. 5\u00ba<br \/>\n        <\/b><br \/>\n        S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n        <br \/>\n        I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n        <br \/>\n        II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n        <br \/>\n        III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n        <br \/>\n        IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n        <br \/>\n        V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n        <br \/>\n        VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n        <br \/>\n        VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n        <br \/>\n        VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n        <br \/>\n        IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n        <br \/>\n        X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n         <b><br \/>\n          Art. 6\u00ba<br \/>\n         <\/b><br \/>\n         Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n          <b><br \/>\n           Art. 7\u00ba<br \/>\n          <\/b><br \/>\n          Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n           Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n           <br \/>\n           Sergio Cabral<br \/>\n           <br \/>\n           Governador\n          <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n O governador do estado do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>\n  Fa\u00e7o saber que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 1\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n   <br \/>\n   Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 2\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n    <br \/>\n    I. insultos pessoais;<br \/>\n    <br \/>\n    II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n    <br \/>\n    III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n    <br \/>\n    IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n    <br \/>\n    V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n    <br \/>\n    VI. isolamento social;<br \/>\n    <br \/>\n    VII. amea\u00e7as;<br \/>\n    <br \/>\n    VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 3\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n     <br \/>\n     I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n     <br \/>\n     II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n     <br \/>\n     III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 4\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n      <br \/>\n      Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 5\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n       <br \/>\n       I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n       <br \/>\n       II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n       <br \/>\n       III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n       <br \/>\n       IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n       <br \/>\n       V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n       <br \/>\n       VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n       <br \/>\n       VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n       <br \/>\n       VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n       <br \/>\n       IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n       <br \/>\n       X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n        <b><br \/>\n         Art. 6\u00ba<br \/>\n        <\/b><br \/>\n        Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n         <b><br \/>\n          Art. 7\u00ba<br \/>\n         <\/b><br \/>\n         Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n          Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n          <br \/>\n          Sergio Cabral<br \/>\n          <br \/>\n          Governador\n         <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n Fa\u00e7o saber que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 1\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n  <br \/>\n  Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 2\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n   <br \/>\n   I. insultos pessoais;<br \/>\n   <br \/>\n   II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n   <br \/>\n   III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n   <br \/>\n   IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n   <br \/>\n   V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n   <br \/>\n   VI. isolamento social;<br \/>\n   <br \/>\n   VII. amea\u00e7as;<br \/>\n   <br \/>\n   VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 3\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n    <br \/>\n    I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n    <br \/>\n    II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n    <br \/>\n    III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 4\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n     <br \/>\n     Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 5\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n      <br \/>\n      I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n      <br \/>\n      II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n      <br \/>\n      III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n      <br \/>\n      IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n      <br \/>\n      V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n      <br \/>\n      VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n      <br \/>\n      VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n      <br \/>\n      VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n      <br \/>\n      IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n      <br \/>\n      X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 6\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n        <b><br \/>\n         Art. 7\u00ba<br \/>\n        <\/b><br \/>\n        Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n         Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n         <br \/>\n         Sergio Cabral<br \/>\n         <br \/>\n         Governador\n        <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 1\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n Fica criado o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro.<br \/>\n <br \/>\n Par\u00e1grafo \u00fanico. Entende-se por ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia atitudes de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motiva\u00e7\u00e3o evidente, praticadas por um indiv\u00edduo ou grupos de indiv\u00edduos, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimid\u00e1-la ou agredi-la, causando dor e ang\u00fastia \u00e0 v\u00edtima, em uma rela\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrio de poder entre as partes envolvidas.<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 2\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n  <br \/>\n  I. insultos pessoais;<br \/>\n  <br \/>\n  II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n  <br \/>\n  III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n  <br \/>\n  IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n  <br \/>\n  V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n  <br \/>\n  VI. isolamento social;<br \/>\n  <br \/>\n  VII. amea\u00e7as;<br \/>\n  <br \/>\n  VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 3\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n   <br \/>\n   I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n   <br \/>\n   II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n   <br \/>\n   III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 4\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n    <br \/>\n    Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 5\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n     <br \/>\n     I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n     <br \/>\n     II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n     <br \/>\n     III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n     <br \/>\n     IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n     <br \/>\n     V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n     <br \/>\n     VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n     <br \/>\n     VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n     <br \/>\n     VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n     <br \/>\n     IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n     <br \/>\n     X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 6\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n       <b><br \/>\n        Art. 7\u00ba<br \/>\n       <\/b><br \/>\n       Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n        Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n        <br \/>\n        Sergio Cabral<br \/>\n        <br \/>\n        Governador\n       <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 2\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n A pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser identificada pelos seguintes atos:<br \/>\n <br \/>\n I. insultos pessoais;<br \/>\n <br \/>\n II. coment\u00e1rios pejorativos;<br \/>\n <br \/>\n III. ataques f\u00edsicos;<br \/>\n <br \/>\n IV. escritos com ofensa pessoal;<br \/>\n <br \/>\n V. express\u00f5es amea\u00e7adoras ou preconceituosas;<br \/>\n <br \/>\n VI. isolamento social;<br \/>\n <br \/>\n VII. amea\u00e7as;<br \/>\n <br \/>\n VIII. pilh\u00e9rias.<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 3\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n  <br \/>\n  I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n  <br \/>\n  II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n  <br \/>\n  III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 4\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n   <br \/>\n   Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 5\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n    <br \/>\n    I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n    <br \/>\n    II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n    <br \/>\n    III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n    <br \/>\n    IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n    <br \/>\n    V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n    <br \/>\n    VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n    <br \/>\n    VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n    <br \/>\n    VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n    <br \/>\n    IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n    <br \/>\n    X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 6\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n      <b><br \/>\n       Art. 7\u00ba<br \/>\n      <\/b><br \/>\n      Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n       Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n       <br \/>\n       Sergio Cabral<br \/>\n       <br \/>\n       Governador\n      <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 3\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n O ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia pode ser classificado em tr\u00eas tipos, conforme as a\u00e7\u00f5es praticadas:<br \/>\n <br \/>\n I. sexual (assediar, induzir e\/ou abusar);<br \/>\n <br \/>\n II. exclus\u00e3o social (ignorar, isolar e excluir);<br \/>\n <br \/>\n III. psicol\u00f3gica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar, chantagear e manipular).<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 4\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n  <br \/>\n  Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 5\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n   <br \/>\n   I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n   <br \/>\n   II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n   <br \/>\n   III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n   <br \/>\n   IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n   <br \/>\n   V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n   <br \/>\n   VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n   <br \/>\n   VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n   <br \/>\n   VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n   <br \/>\n   IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n   <br \/>\n   X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 6\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n     <b><br \/>\n      Art. 7\u00ba<br \/>\n     <\/b><br \/>\n     Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n      Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n      <br \/>\n      Sergio Cabral<br \/>\n      <br \/>\n      Governador\n     <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 4\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n Para a implementa\u00e7\u00e3o deste programa, cada unidade de ensino dever\u00e1 criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos, associa\u00e7\u00f5es de pais e respons\u00e1veis.<br \/>\n <br \/>\n Par\u00e1grafo \u00fanico. Cada equipe dever\u00e1 promover atividades did\u00e1ticas voltadas para a orienta\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 5\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n  <br \/>\n  I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n  <br \/>\n  II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n  <br \/>\n  III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n  <br \/>\n  IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n  <br \/>\n  V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n  <br \/>\n  VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n  <br \/>\n  VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n  <br \/>\n  VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n  <br \/>\n  IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n  <br \/>\n  X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 6\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n    <b><br \/>\n     Art. 7\u00ba<br \/>\n    <\/b><br \/>\n    Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n     Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n     <br \/>\n     Sergio Cabral<br \/>\n     <br \/>\n     Governador\n    <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 5\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n S\u00e3o objetivos do Programa:<br \/>\n <br \/>\n I. prevenir e conscientizar a pr\u00e1tica de ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia nas escolas;<br \/>\n <br \/>\n II. capacitar as equipes de trabalho;<br \/>\n <br \/>\n III. incluir, nos regimentos escolares, regras normativas contra o ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n <br \/>\n IV. informar sobre os aspectos \u00e9ticos e legais envolvidos;<br \/>\n <br \/>\n V. desenvolver campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n <br \/>\n VI. integrar a comunidade e os meios de comunica\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas;<br \/>\n <br \/>\n VII. realizar debates e reflex\u00f5es a respeito do tema;<br \/>\n <br \/>\n VIII. propor din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o entre professores e alunos;<br \/>\n <br \/>\n IX. orientar pais e familiares sobre como proceder diante da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral e viol\u00eancia;<br \/>\n <br \/>\n X. auxiliar v\u00edtimas e agressores.<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 6\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n   <b><br \/>\n    Art. 7\u00ba<br \/>\n   <\/b><br \/>\n   Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n    Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n    <br \/>\n    Sergio Cabral<br \/>\n    <br \/>\n    Governador\n   <\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 6\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n Fica autoriza a celebra\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios para o cumprimento do disposto nesta Lei.<\/p>\n<p>\n  <b><br \/>\n   Art. 7\u00ba<br \/>\n  <\/b><br \/>\n  Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n   Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n   <br \/>\n   Sergio Cabral<br \/>\n   <br \/>\n   Governador\n  <\/p>\n<\/p>\n<p>\n <b><br \/>\n  Art. 7\u00ba<br \/>\n <\/b><br \/>\n Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n  Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n  <br \/>\n  Sergio Cabral<br \/>\n  <br \/>\n  Governador\n <\/p>\n<\/p>\n<p>\n Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 2011.<br \/>\n <br \/>\n Sergio Cabral<br \/>\n <br \/>\n Governador<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>05\/12\/2011 O governador Sergio Cabral sancionou a Lei n\u00ba 6.084, que cria o Programa de Preven\u00e7\u00e3o e Conscientiza\u00e7\u00e3o do Ass\u00e9dio Moral e Viol\u00eancia nas escolas p\u00fablicas e privadas do Estado do Rio de Janeiro. 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