{"id":19232,"date":"2017-02-13T12:00:00","date_gmt":"2017-02-13T12:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"proposta-ignora-realidade-do-cotidiano-feminino-por-hildete-pereira-de-melo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinpro-rio.org.br\/principal\/proposta-ignora-realidade-do-cotidiano-feminino-por-hildete-pereira-de-melo\/","title":{"rendered":"Proposta ignora realidade do cotidiano feminino. Por Hildete Pereira de Melo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sinprorio1931\/posts\/1532513503444111\">Proposta ignora realidade do cotidiano feminino<\/a><\/p>\n<p>Hildete Pereira de Melo*<\/p>\n<p>A Previd&ecirc;ncia Social nada mais &eacute; do que um espelho da vida ativa das pessoas. No entanto, a proposta do governo para a sua reforma ignora a dura realidade da vida cotidiana feminina: o trabalho invis&iacute;vel realizado no interior de suas casas, cuidando dos filhos e maridos, atividades que realizamos por &ldquo;amor&rdquo; a nossas fam&iacute;lias. Estamos cansadas de ter a igualdade na lei, mas n&atilde;o<br \/>\nna vida! E a &uacute;nica vantagem feminina deve ser suprimida pelo pretexto da nossa maior longevidade?<\/p>\n<p>O mercado de trabalho continua desigual para as mulheres: aquelas que trabalham fora de casa recebem 30% menos para ocupa&ccedil;&otilde;es similares &agrave;s exercidas pelos homens; temos as maiores taxas de desemprego; somos minorias nos cargos de chefia e dire&ccedil;&atilde;o, e finalmente assumimos as atividades do mercado de trabalho sem renunciar aos afazeres dom&eacute;sticos.<\/p>\n<p>Joga-se debaixo do tapete o trabalho dom&eacute;stico n&atilde;o remunerado que milh&otilde;es de mulheres executam para a reprodu&ccedil;&atilde;o da vida. Todas, negras e brancas, acumulam a dupla jornada de trabalho: tanto no mercado de trabalho como na fam&iacute;lia, embora a jornada seja mais intensa para as negras. No Brasil, comparando os anos de 2004 e 2015, temos que a jornada masculina total (trabalho principal e afazeres dom&eacute;sticos) foi de 53,1 horas semanais (2004) e reduziu-se para 50,5 horas semanais (2015). As mulheres declararam, somando (trabalho principal e afazeres), 57,2 horas (2004) e 55,1 horas (2015). Contando-se apenas os servi&ccedil;os dom&eacute;sticos, s&atilde;o cinco horas a mais por semana: 20,5 para elas e 10 horas para eles. Triste sina! Ganhar menos no mercado de trabalho e acumular praticamente outra jornada cuidando da fam&iacute;lia! E n&atilde;o ter o pequeno privil&eacute;gio de se aposentar mais cedo!<\/p>\n<p>Como foi introduzida esta mudan&ccedil;a? H&aacute; 50 anos foi outorgada a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1967 (24\/01\/1967). Esta Carta introduziu a diferencia&ccedil;&atilde;o para o tempo de trabalho entre os dois sexos: at&eacute; ent&atilde;o mulheres e homens eram iguais na defini&ccedil;&atilde;o do tempo para requerer a aposentadoria. N&atilde;o houve mudan&ccedil;as no marco egulat&oacute;rio da Previd&ecirc;ncia Social, apenas introduziu-se a diferen&ccedil;a de tempo de trabalho entre os sexos. Seu texto afirma, no Art. 158,<br \/>\ninciso XX: &ldquo;aposentadoria para a mulher, aos trinta anos de rabalho, com sal&aacute;rio integral&rdquo;. N&atilde;o havia uma proposta pol&iacute;tica do movimento de mulheres, ou de partidos pol&iacute;ticos com esta demanda. Infelizmente, n&atilde;o foi poss&iacute;vel esclarecer as origens do estabelecimento da diferencia&ccedil;&atilde;o. Talvez tenha havido um pedido especial dos militares para essa reda&ccedil;&atilde;o? N&atilde;o sabemos.<\/p>\n<p>A proposta de reforma previdenci&aacute;ria justifica a igualdade entre os sexos afirmando que vivemos mais e que muitos pa&iacute;ses j&aacute; igualaram o tempo requerido para aposentadorias. Parece desconhecer que aqueles que adotam o crit&eacute;rio da equidade de aposentadorias t&ecirc;m pol&iacute;ticas ativas de igualdade de g&ecirc;nero para compensar as diferen&ccedil;as entre os rendimentos por sexo. Nestes<br \/>\npa&iacute;ses, a paridade n&atilde;o foi constru&iacute;da no abstrato.<\/p>\n<p>Infelizmente o Brasil ainda est&aacute; longe da t&atilde;o sonhada igualdade entre mulheres e homens e em todas as na&ccedil;&otilde;es as jornadas do trabalho pago feminino s&atilde;o menores que as masculinas, enquanto o tempo de trabalho n&atilde;o pago delas &eacute; superior ao deles. A luta feminista pela igualdade &eacute; uma realidade global, com condi&ccedil;&otilde;es melhores e piores em cada lugar.<\/p>\n<p>*Doutora em Economia (UFRJ), coordenadora do N&uacute;cleo Transdisciplinar de Estudos de G&ecirc;nero da UFF e Editora da Revista G&ecirc;nero. Este artigo foi publicado na revista Tribuna do Advogado, OABRJ, ano XLVI, fevereiro de 2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Proposta ignora realidade do cotidiano feminino Hildete Pereira de Melo* A Previd&ecirc;ncia Social nada mais &eacute; do que um espelho da vida ativa das pessoas. 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