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Mobilizar para decidir os rumos das negociações: Em defesa da Convenção Coletiva

Desde abril - mês da nossa data-base - , a categoria vem enfrentando um cenário perverso em que se travam as negociações da Campanha Salarial 2008. As várias assembléias da categoria indicaram que o Sindicato deveria assumir posições inequívocas em defesa dos nossos direitos e conquistas. O Sinpro-Rio, por sua vez, procedeu uma ampla divulgação da situação, tanto na categoria, quanto no conjunto da sociedade, onde a palavra de ordem foi: Defesa da Convenção Coletiva de Trabalho e das nossas conquistas nela contidas, inclusive o adicional por tempo de serviço (Cláusula 8ª - Anuênio).

O resultado dessas ações culminou com uma audiência, no dia 18 de junho de 2008, perante à Desembargadora Drª. Maria de Lourdes Sallaberry, Presidente da Seção Especializada em Dissídios Coletivos do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), com vistas a um tratamento quanto à cláusula do adicional por tempo de serviço. Na ocasião, foi apresentada pela Desembargadora uma proposta de conciliação, que abaixo reproduzimos:

“A contar de 1º de maio de 2008 os efeitos da cláusula do adicional por tempo de serviço ficam suspensos quanto ao cômputo do referido adicional até, no máximo, 31 de março de 2009. Durante este período, as partes se reuniriam e se comprometeriam a negociar a cláusula. Caso não se chegasse a um acordo até a data citada, os efeitos da cláusula relativamente a contagem do tempo de serviço ficam automaticamente restabelecidos e que esta cláusula terá vigência de dois anos“.

No dia 23 de agosto, às 14h, no auditório da ABI, os professores da Educação Superior, reunidos em Assembléia, decidiram: realizar uma ampla divulgação da proposta da desembargadora junto à categoria, nas mais diversas instituições; e fazer uma reflexão acerca da defesa da Convenção Coletiva de Trabalho.

No dia 6 de setembro, realizaremos uma nova Assembléia, às 14h, na ABI (Rua Araujo Porto Alegre, 71, 9º andar ? Centro), para apreciação da proposta feita pela Drª. Maria de Lourdes Sallaberry.

Compareça à Assembléia e venha decidir!   

Palestra “Ciclo x Aprovação - Expondo as contradições eapontando alternativas”

No dia 20 de agosto, acontece a palestra “Ciclo x Aprovação - Expondo as contradições e apontando alternativas”, às 17h30, no mini-auditório do Sinpro-Rio, na Rua Pedro Lessa 35, no 3º andar. O evento, que é promovido pela Comissão de Assuntos Educacionais do PT/RJ, terá a presença do Ex- secretário de Educação de Porto Alegre, José Clóvis Azevedo, e o candidato a prefeito do Rio, Alessandro Molon. A entreda é franca.   

Justiça cassa liminares que suspendiam eleições.
Elas prosseguirão nos dias 13, 14 e 15 de agosto

Caro Professor associado ao Sinpro-Rio,

As liminares impetradas pela Chapa 2, que suspenderam as eleições no dia 12 de agosto foram revogadas pelo desembargador Dr. Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha e pela Juíza do Trabalho, Da. Silvia Regina Barros da Cunha. Tais sentenças desobrigam a Diretoria do Sindicato em:

1- ceder o cadastro de professores do Sindicato – está garantida a privacidade dos dados pessoais dos associados;
2- postar às suas expensas um 2º material da chapa 2;
3- suspender as eleições realizando-as na última semana de agosto;
4- manter-se proibida de editar e enviar pelos correios ou qualquer outro meio o “Jornal do Professor”. A sentença proferida pelo Desembargador deixa claro o entendimento da Justiça das intenções da chapa 2 em tumultuar o processo eleitoral. Diz o Desembargador em sua sentença: “Isso me induz a que o interesse da terceira interessada (a candidata da chapa 2) possa não ser, na verdade, uma eleição livre e igualitária, mas, de fato, desnecessariamente contaminada por elementos meramente tumultuários, como dita pela impetrante (Sinpro-Rio)”.

O ato irresponsável da chapa de oposição em cassar o direito dos professores votarem é não só uma demonstração da sua anti-democracia como a afirmação de um fato que já sabíamos: eles, com medo das urnas, tentaram melar as eleições. Causaram um prejuízo ao Sindicato de mais de R$ 150.000 (cento e cinqüenta mil reais). Impediram que professores aposentados que compareceram à sede do Sinpro-Rio exercessem seu direito de voto. Alugaram carros de som percorrendo as escolas da zona sul e divulgando inverdades, além de distribuírem panfletos contendo acusações mentirosas. Aliás, registre-se que na campanha salarial a oposição não se dispôs a utilizar carros de som na defesa das conquistas dos professores. Muito pelo contrário se limitaram a fazer campanha eleitoreira, distribuindo jornais com conteúdo ofensivo à Diretoria do Sindicato.

Professor, as eleições prosseguirão nos dias 13, 14 e 15 de agosto, seguindo o roteiro de urnas que o colega recebeu em sua residência, no Jornal do Professor. A Diretoria do Sinpro-Rio pede desculpas pelo incidente provocado pela chapa de oposição e conclama a todos que compareçam às urnas para exercer seu direito cidadão ao voto.

Todos às urnas nos dias 13, 14 e 15 de agosto



Clique nos links abaixo e veja na íntegra as decisões proferidas pela Justiça:

:: 39ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro

:: Processo nº MS 05526-2008-000-01-00-6   

Aos Professores da Estácio de Sá

Veja ata da audiência da Estácio de Sá na Procuradoria do Ministério Público da Justiça do Trabalho

No dia 14 de agosto de 2008, às 11h30, realizou-se a audiência da Estácio de Sá na Procuradoria do Ministério Público da Justiça do Trabalho.

Em virtude da realização das eleições no Sinpro-Rio, a diretoria comentará a reunião na próxima segunda-feira, dia 18 de agosto.

:: Veja aqui o teor completo da Ata de Audiência.   

Sinpro-Rio recebe abaixo-assinado e moção de repúdio as mais de 600 demissões da Estácio de Sá

O Sinpro-Rio recebeu um abaixo-assinado, com 101 assinaturas, e uma Moção de Repúdio dos alunos do 6° período do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá, unidade Bangu, em solidariedade à nota publicada sobre as mais de 600 demissões ocorridas.

Confira abaixo a Moção de Repúdio:

Formandos da Estácio de Sá Bangu protestam e afirmam:

Coercitivamente a revelia dos formandos e em nome do lucro estão "substituindo" excelentes professores (as) por tele-transmissão; o acessório tornou-se por "força especulativa dos mercadores do ensino" o principal. Abaixo com o "estelionato pedagógico".

1- A coordenação formada pelas senhoras: Solange, Márcia Sleimann e Prof.(a) Mônica tem a obrigação de prestar esclarecimentos por esse desrespeito aos futuros operadores de Direito, e de outros cursos, pois não foram previamente consultados sobre essa alteração didática-pedagógica. Afinal pagam mensalidade pela prestação do serviço educacional.

2- A Estácio de Sá tem a obrigação de viabilizar alternativas opcionais com fulcro na LDB do MEC, que não interfiram negativamente na qualidade pedagógica do curso.

3- A Estácio de Sá, como prestadora de serviço regulado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), tem a obrigação de comunicar previamente alterações do caso em tela aos educandos. Basta de "figurão" - tubo de ensaio - alunos pagam, não são cobaias.

4- Sem o prévio conhecimento e a aceitação do educando, a aplicação coercitiva de tele-transmissões e tecnologias cibernéticas são questionáveis e ilegítimas.

5- Tecnologias são acessórios; professor (a) ainda é o elo principal na transmissão e construção de conhecimentos epistemológicos, mais que vetores da educação, são seres humanos e não peças sobressalentes do mercado da "mão invisível".

6- Escolhemos exercer o direito de não compactuar com esse sucateamento do ensino privado, por isso pagamos mensalidades, livros, passagens, atividades extras, gás, etc. Escolhemos a valorização do profissional de ensino, escolhemos o diálogo em face de uma falaciosa proposta de modernidade tecnológica; pois no bojo desse viés ideológico só existe mesmo é a nefasta - famigerada educação bancária. Educação bancária que cabe aos futuros formandos e operadores de Direito e outros cursos denunciar, protestar, boicotar e rechaçar.

7- Essa imposição coercitiva viola os princípios contidos na Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nas questões da liberdade, solidariedade, cidadania e pluralismo de idéias, além de "desumanizar" e desvalorizar professores (as),

8- A coordenação da Estácio de Sá deve cumpri a LDB, pois não está acima da mesma, portanto que haja uma gestão democrática com alunos e professores, e com garantia do padrão de qualidade como reza o artigo 3°, inciso IX - vinculando o ensino acadêmico com as práticas sociais.

9- É dever da OAB e do MEC fiscalizar e defenestrar definitivamente para o monturo da história didático-pedagógica esse sucateamento de uma educação de 5ª categoria imposta coercitivamente no ensino privado, pois não haverá justificativa aceitável no futuro em da tamanha omissão na vida dos formandos. Exigimos da Unesa uma gestão mais democrática, pois apesar das ações na bolsa de valores, ainda somos a razão existencial da Une$a. Portanto, respeitem os alunos e mestres de Bangu como respeitam o da Barra e Menezes Cortes.

PS: O peixe só vê a isca ignorando o anzol, não precisamos experimentar o fel para saber se é amargo. Fora com tele-transmissões coercitivas e caça níqueis que maculam a qualidade educacional. Somos pelo ensino de qualidade. Todas essas tecnologias de multimídia trazem modernidades, mas também dificuldades agregadas, a serem consideradas.

PS2: Aumentam as adesões. Foram protocolados processos no Ministério Público e no MEC, além de divulgação na imprensa.

Adilson Marcos - Autor do Manifesto   

Estácio de Sá: mais de 600 professores demitidos

A Diretoria do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) vem denunciar à população e lavrar seu inconformismo diante das 619 demissões de professores ocorridas este ano e registradas até 1º de agosto. Este procedimento passou a ser rotineiro na vida da instituição, pois no ano de 2006 foram 619 demissões e, em 2007, 589, totalizando 1827 professores demitidos em menos de três anos.

Além do mais, a Estácio de Sá não está cumprindo suas obrigações trabalhistas, pois no ato das rescisões dos contratos de trabalho não efetua o pagamento correto das verbas rescisórias. As demissões foram discutidas, segundo a instituição, pelos membros da Comissão Paritária de Avaliação, onde tem assento a Associação Docente (ADESA), mas, quando procurada por dezenas de professores demitidos, em busca de uma explicação, encontraram-na fechada, em férias.

O Sinpro-Rio tem travado uma luta constante contra as inúmeras irregularidades de cunho educacional e trabalhista, por meio de denúncias encaminhadas à Procuradoria do Ministério Público do Trabalho, ao Ministério da Educação e reclamações trabalhistas na Justiça do Trabalho. Redução de carga horária de mestres e doutores, superlotação de turmas, flexibilização da grade curricular, substituição de aulas presenciais por tele-aulas, otimização de disciplinas com junção de turmas de diversos cursos, modularização de disciplinas e substituição integral das aulas presenciais por tele-aulas, como na disciplina de Língua Portuguesa, são algumas das irregularidades cometidas no plano educacional.

Na área trabalhista, as principais irregularidades são: demissões em massa sem o respeito às leis trabalhistas; redução de cerca de 1/3 dos salários dos professores, praticada na ocasião da equalização das cargas horárias dos cursos noturno e diurno; não remuneração das aulas campo; fracionamento das férias; carga horária zerada, mantendo o contrato de trabalho do professor sem o pagamento dos respectivos salários.

O Sinpro-Rio enviou ao MEC um dossiê narrando várias irregularidades cometidas pela Estácio de Sá. Solicitou o agendamento de uma reunião entre o Sindicato, uma Comissão de Professores da Estácio e o Professor Ronaldo Mota (Secretário de Educação Superior do MEC) e continua aguardando uma resposta do MEC para solução de tão graves problemas.

Quanto às denúncias que fizemos no Ministério Público, informamos que será realizada uma audiência no dia 14 de agosto, às 11h30.

A Diretoria do Sinpro-Rio continuará denunciando o atual modelo de Universidade praticado pela Estácio de Sá, em que a exigência de obtenção de grandes lucros em curto intervalo de tempo só pode vingar cortando-se custos - leia-se: precarizando-se as relações de trabalho. Nesse modelo onde a educação é tratada como mercadoria, as principais vítimas são os docentes e os alunos e, por conseqüência, a sociedade. Não é esse o modelo de educação de que o país necessita.

A Diretoria

Para imprimir esta notícia em forma de panfleto, acesse o hotsite da Campanha Salarial da Educação Superior   

Inscrições abertas para o Mestrado Profissional em Ensino de Física do IF/UFRJ

O Instituto de Física da UFRJ iniciou a seleção de novos alunos para a turma de 2009 do Mestrado Profissional em Ensino de Física. As inscrições serão feitas no período de 04 de agosto a 19 de setembro.

Mais informações, acesse: www.if.ufrj.br   

Seminário de 20 anos do SUS, em setembro

A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), entre os dias 9 e 11 de setembro, irá promover, em sua sede, o Seminário de Trabalho 'Estado, sociedade e formação profissional em saúde - 20 anos do SUS. O Evento pretende discutir as contradições e desafios do Sistema Único de Saúde (SUS), em meio as comemorações de seu vigésimo aniversário.

O seminário também será marcado pelo lançamento do documentário "5 vezes SUS" e de um livro com uma coletânea de artigos dos palestrantes sobre os temas discutidos no evento. As inscrições podem ser feitas pelo endereço; www.epsjv.fiocruz.br/sus20anos

Mais informações pelo telefone, (21) 3865-9753, ou pelo email seminariosus@fiocruz.br   

Ação criminal contra autores de insinuações difamatórias

A Diretoria do Sinpro-Rio comunica aos professores(as) associados(as) a esta entidade que, no cumprimento de suas obrigações estatutárias e no zelo pelo nome da instituição, ingressou, no dia 20 de junho de 2008, na Justiça Criminal (16ª Vara Criminal), com uma ação interpelatória, requerendo explicações de 12 professores, editorialistas e articulistas do "Movimento e Educação", boletim de circulação gratuita e periódica dirigido aos professores do município do Rio de Janeiro.

O contexto das informações, notícias e declarações constantes desse periódico atenta contra a honra e o bom nome dos componentes da Diretoria Executiva do Sinpro-Rio e seus demais membros, devendo-se responsabilizar por tais manifestações os componentes do Conselho Editorial do referido boletim.

Não obstante o desacerto e a injustiça das críticas - vez que todos os diretores do Sinpro-Rio sempre agiram com retidão e zelo no exercício de suas funções sindicais e sempre estiveram atentos ao respeito às normas estatutárias -, a verdade é que tais textos revelam o animus difamandi dos responsáveis pelo boletim, pois procuram desacreditar publicamente os componentes da diretoria do Sinpro-Rio, maculando-lhes a reputação.

Cumpre esclarecer aos nossos associados que, por diversos momentos, inclusive de assembléias salariais, tanto da Educação Básica quanto da Superior, nos pronunciamos publicamente, repudiando veementemente tais insinuações injuriosas, cobrando sensatez e equilíbrio daqueles que se intitulavam membros da chamada oposição sindical. Como tais apelos não foram atendidos, não nos restou outra alternativa senão ingressar com medida judicial de reparação a possíveis danos morais impostos por tais insinuações.

A Diretoria do Sinpro-Rio, no cumprimento dos seus estatutos, não vacilará na defesa do nosso Sindicato, construído ao longo de tantos anos através de vitórias e revezes que cunharam o nome e a alma da entidade no coração da categoria.

A Diretoria   

Vestibular da UFRRJ abrirá inscrições para taxa reduzida

Professores em atividade da rede pública de ensino do Estado do Rio e dos seus municípios e candidatos que comprovem ter estudado em instituições públicas poderão se candidatar a pagar taxa reduzida (R$ 30) do vestibular da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), no período de 21 a 31 de julho.

Além dos 31 cursos já existentes, a instituição oferecerá novos cursos em 2009: História diurno, Ciências Sociais, Filosofia, Letras-Português/Literatura - Inglês/ Literatura - Espanhol/ Literatura, Direito, Belas-artes e Geografia. As inscrições começam no dia 1º de setembro e terminam em 3 de outubro.

As provas serão realizadas nos dias 29 e 30 de novembro de 2008. Mais informações: www.vestibular.ufrrj.br   

Sinpro-Rio tem novo representante no Conselho Estadual de Educação

Feteerj e Sindicatos de Professores, do estado do Rio, recebem comunicado do Presidente do Sinpro-Rio relativo a:

1- Indicação do Professor Antonio Rodrigues da Silva (1º Vice-Presidente do Sinpro-Rio) para ocupar a vaga do Sinpro-Rio no Conselho Estadual de Educação.

2 - Divulgação do despacho da Procuradoria do Estado opinando pela não homologação do Parecer CEE nº 043/2008, que que flexibilizava o conceito de letividade.

"Caros companheiros,

No dia 8 de julho, recebi o telefonema da Secretária de Educação do Estado do Rio de Janeiro, professora Tereza Porto, para comunicar seu desejo de que o Sinpro-Rio enviasse outro nome como seu representante, para ocupar no Conselho Estadual de Educação (CEE) a vaga que lhe pertence.

Esclareceu que a minha nomeação não poderia se efetivar pois esbarrava na legislação, criada pela ex-governadora Rosinha, a qual impede o exercício da função de Conselheiro por mais de dois mandatos consecutivos. Após minha argumentação de que, no entendimento da diretoria do Sinpro-Rio, isto se configura uma ingerência do executivo no direito soberano de uma entidade de classe indicar seu representante, a secretária argumentou que a lei teria quer ser cumprida. Prometi, então, discutir na diretoria do sindicato esta questão e apresentar uma solução até o dia 10 de julho.

É com satisfação que comunico aos companheiros a indicação do professor Antonio Rodrigues da Silva como representante do Sinpro-Rio para exercer, durante quatro anos, a função de Conselheiro no Conselho de Educação do Estado do Rio de Janeiro.

Aproveito o ensejo para comunicar aos companheiros que, infelizmente, a Procuradora do Estado, Assessora-Chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Educação do Estado, Dra. Aline Torres Filippo, emanou um despacho, no dia 30 de junho de 2008, dirigido à Secretária de Educação opinando pela não-homologação do Parecer CEE nº 043/2008 e sugerindo que o mesmo seja encaminhado ao CEE para ciência e providências cabíveis.

Lembro aos companheiros que este foi meu parecer, aprovado por unanimidade no CEE, flexibilizando o conceito de letividade e portanto, dando oportunidade às escolas de Educação Básica de utilizarem até 12 dias por ano para atividades de caráter pedagógico, como reuniões de planejamento, avaliação e formação de professores, dias estes contabilizáveis na contagem dos 200 mínimos letivos. Considero que, mais uma vez, pessoas que não entendem de educação interferem de forma negativa no processo escolar educacional.

Um fraternal abraço,

Francilio Paes Leme
Presidente do Sinpro-Rio"
  


Fenaj lança campanha em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lançou uma campanha em prol do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil.

Segundo a Fenaj, o Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário 511.961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista.

O recurso, que elimina a obrigatoriedade do diploma em curso superior de Jornalismo para o seu exercício, vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça atividades jornalísticas. Para os jornalistas, a exigência da formação superior é uma conquista histórica da da categoria, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.

Leia mais sobre a campanha da Fenaj   

Lula lança programa de venda de laptops para professores

No dia 4 de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o programa que facilita a compra de computadores portáteis (laptops) pelos professores do ensino básico, técnico e superior. O objetivo é financiar a compra com juros mais baixos, por meio de bancos públicos e privados. A expectativa é atingir cerca de 3,4 milhões de docentes.

Os laptops poderão ser adquiridos por até R$ 1 mil, pagos em até 24 meses. O preço inclui despesas com transporte, frete e seguro. O programa, que começará em agosto, não abrange os professores de cursos pré-vestibulares nem de idiomas, academias de ginástica e música.

Mais informações no site do MEC   

Professores Da Educação Superior Em Estado De Greve

Os professores da educação superior privada, reunidos em assembléia no último dia 31de maio, em deliberação soberana, proclamaram o ESTADO DE GREVE da categoria como manifestação de repúdio ao grave momento de incerteza que paira sobre a campanha salarial de 2008.

A Convenção Coletiva de Trabalho da educação superior do Rio, produto de lutas históricas do Sinpro-Rio, tornou-se alvo preferencial das investidas do patronato. A cláusula do anuênio (adicional por tempo de serviço), considerada “cláusula de risco” aos interesses patronais, encontra-se ameaçada!

O Sinpro-Rio entende que o processo de negociações deste ano reflete o gravíssimo cenário de mercantilização da educação superior, reconhecida como um filão atrativo, verdadeiro balcão de negociatas contaminado por interesses estranhos aos da comunidade acadêmica. A presença de executivos do mercado financeiro e de consultorias educacionais especializadas na interpretação espúria da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) na mesa de negociações e na gestão das Instituições de Ensino Superior (IES), além da tendência manifesta de abertura de capitais das universidades privadas são alguns dos sinais mais contundentes desta conjuntura perversa aos interesses dos professores.

O distanciamento dos fins institucionais da universidade, de produção de conhecimento e incentivo à pesquisa, é notório com a adoção de um receituário que está sendo disseminado pelas IES: redução de salários do corpo docente, diminuição de carga horária de mestres e doutores, superlotação de salas de aula, economia de escala por educação à distância (aulas on-line e telepresenciais), otimização e modularização de disciplinas, redução do tempo de duração da hora-aula, irregularidades nos depósitos do FGTS, atrasos salariais e demissões em massa são alguns procedimentos adotados com vistas a máxima lucratividade.

O MERCADÃO da educação superior prospera no Rio, com a comercialização de “lotes” de alunos e professores e os crescentes sinais de concentração do setor com as fusões e aquisições de faculdades e centros universitários pelos grandes conglomerados educacionais.

Neste cenário sombrio, o SinproRio reitera a CONVOCAÇÃO da categoria para a urgente mobilização em defesa dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho. Precisamos organizar a nossa luta em defesa da cláusula do ANUÊNIO e das demais cláusulas sociais que estão ameaçadas.

Professor, no dia 14 de julho, às 18 h, na sede do sindicato (Rua Pedro Lessa, 2º andar), realizaremos uma reunião de Professores da Educação Superior para levantamento de irregularidades e organização da mobilização no 2º semestre.

Contamos com sua presença para que possamos dar continuidade à luta que o Sinpro-Rio desenvolve, em defesa dos direitos dos docentes da Educação Superior.

A Diretoria   

Eleições no Sinpro-Rio em agosto

Nos dias 12, 13, 14 e 15 de agosto, haverá eleições para nova diretoria do Sindicato, triênio 2008-2011. No mês de julho, os associados em condições de voto receberão o jornal Roteiro das Urnas. Nele, será possível encontrar os locais de votação, as nominatas das chapas concorrentes e um resumo dos seus programas. Lembramos a todos que as regras do processo eleitoral já foram fartamente divulgadas através do Jornal do Professor e de editais publicados, nos dias 16 de junho e 3 de julho, no jornal O Globo.

A Diretoria

Sinpro-Rio   

Sinpro-Rio presente na 8ª Plenária Estadual da CUT

O Sinpro-Rio esteve presente, através de uma delegação com 36 professores, na 8ª Plenária Estadual da CUT, realizada nos dias 27 e 28 de junho no Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.

O evento teve início com a exibição do filme Linha de Montagem, de Renato Tapajós, sobre as greves que mudaram a face do sindicalismo brasileiro no final dos anos 70. Em seguida, veio o debate A Contribuição da CUT para a Democracia Brasileira, que contou com a participação de Raul Pont (deputado do PT-RS e ex-prefeito de Porto Alegre); Geraldo Cândido (ex-senador e primeiro presidente da CUT-RJ); e Cristina Dorigp, representante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim).

O segundo dia começou com a apresentação da tese nacional, feita pelo primeiro secretário da CUT Nacional, Adeilson Telles, onde foram abordados os cenários nacionais e internacionais, o balanço político da CUT, a estratégia e o plano de lutas definidos pela direção nacional. Na parte da tarde, o foco foi a conjuntura estadual, no qual a Executiva expôs sua visão crítica sobre os 18 meses do Governo Sérgio Cabral.

Ao final de cada dia, debates foram abertos ao público para apresentações de emendas ao texto-base.

A plenária terminou com a votação das emendas e a eleição, em chapa única, dos 12 delegados (o Sinpro-Rio será representado pelo professor Antonio Rodrigues, vice-presidente da entidade) à Plenária Nacional, marcada para São Paulo, entre 5 e 8 de agosto.

Saiba mais sobre a plenária aqui   

Intransigência do patronato pode acabar em greve

Na tentativa de resolver o impasse entre os professores da Educação Superior da rede privada e o patronato, a juíza do Trabalho Maria de Lourdes, em audiência pública realizada na Seção de Dissídios Coletivos do TRT, no dia 18 de junho, propôs:

1) A assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho com reajuste salarial pelo INPC (5,5%), manutenção das Cláusulas Sociais e a inclusão de uma nova cláusula prevendo, para os professores, que completaram o anuênio após 30 de abril de 2008, o congelamento da contagem do tempo do adicional por tempo de serviço, enquanto se processarem negociações entre as partes.

2) O prazo limite para as negociações seria 31 de março de 2009. Caso não haja acordo até esta data, o tempo congelado será reincorporado para efeito de contagem de tempo e passará a ser pago a partir de 1º de abril de 2009, sem retroatividade e com vigência de dois anos.

Em recente assembléia do Sinpro-Rio, no dia 21 de junho, a proposta foi rejeitada pelos docentes. Com a decisão, a possibilidade de uma greve no segundo semestre aumenta. Os professores estão convocando uma reunião da Educação Superior para o dia 14 de julho, às 18h, no auditório da Sede Central do Sinpro-Rio, e uma nova Assembléia da categoria para o dia 23 de agosto, na ABI.   

Sinpro-Rio entrega dôssie sobre a Estácio para o MEC

Nesta quinta-feira, dia 26, o Sindicato dos Professores (Sinpro-Rio) entregou para o Representante do Ministério da Educação no Rio de Janeiro (ReMec), Professor Cícero Fialho, um dôssie sobre a Universidade Estácio de Sá , que reúne diversas denúncias de irregularidades na instituição. A entrega foi feita por parte da diretoria do Sinpro-Rio, às 13h no gabinete do Representante do MEC, que fica no Palácio Gustavo Capanema (Rua da Imprensa s/n, acesso pela Av. Graça Aranha), no Centro do Rio.

Irregularidades cometidas pela Estácio:

  • Redução de cerca de 1/3 dos salários através da equalização de carga horária dos cursos noturno e diurno, com evidente descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho alterando à revelia da lei o valor da hora-aula(unidade de valor salarial) do professor, na medida em que não há qualquer previsão legal que permita o cálculo da hora-aula proporcional ao tempo de sua duração.

  • Economia de escala por educação à distância (EAD), entendida como mecanismo redutor de salários, através do oferecimento de disciplinas telepresenciais e aviltamento das condições de trabalho do professor tutor que recebe apenas uma hora-aula para ficar disponível por três horas-aulas.

  • Descumprimento da Lei de Diretrizes e Bases e do Estatuto e Regimento Interno: ausência de participação dos corpos docente e discente na gestão da universidade, inexistência de Conselho Universitário, ausência de investimentos em pesquisa acadêmica e extensão universitária.

  • Otimização das disciplinas do núcleo curricular básico, sem respeito as especificidades dos diferentes cursos.

  • Superlotação das salas de aula.

  • Não remuneração das horas-campo, nova espécie de mais valia concebida pela Estácio de Sá para o não pagamento dos professores pelas horas dispendidas na correção dos trabalhos, tidas como tempo de aula para efeito de fiscalização do MEC.

  • O fracionamento das férias, quinze dias usufruídos no período coincidente com as festas de final de ano e os quinze dias restantes em julho.
  • Confira aqui as fotos   

    Pedro II entre os vinte melhores do Ideb

    Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) indicam que o colégio Pedro II foi o único do estado do Rio presente, nas duas listas dos 20 melhores do país. Na primeira lista, que reúne os colégios de 4ª série, o Pedro II ficou na 20ª posição, com a média 7.41. Já entre os colégios de 8ª série, ele obteve média 92.3, a 5ª melhor do país.   

    Ucam é condenada pelo TRT-RJ

    O Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro condenou a Sociedade Brasileira de Instrução (Universidade Candido Mendes) a regularizar a situação salarial de todos os funcionários e professores em um prazo máximo de seis meses. Ou seja, efetuar os pagamentos dos salários em dia (até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado), sem qualquer tipo de discriminação (ou faixas salariais) e com o pagamento das diferenças devidas.

    A sentença, proferida pela 43ª Vara do Trabalho (Processo 01704-2002-043-01-00-2), determinou também, em seis meses, que a instituição passe a recolher regularmente os depósitos do FGTS.

    Esta Ação Civil Pública foi motivada por denúncia da Associação Docente da Candido Mendes (Procam) junto com o Sinpro-Rio, que fez a representação junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

    A Procam e o Sinpro-Rio estão atentos ao cumprimento desta sentença e mais uma vez estarão atuando juntos ao MPT para que a haja a imediata intimação da Universidade Candido Mendes para os efeitos de cumprimento da decisão. Além disso, prosseguirão com as demais denúncias já encaminhadas formalmente, visando à defesa dos interesses dos professores, funcionários e a regularização do passivo trabalhista.   



    Câmara eleva função pedagógica a profissional de educação

    No dia 10 de junho, foi aprovado, no Senado, o Projeto de Lei 6206/05, que torna mais abrangente o conceito de profissionais do ensino da educação básica. O conceito atual de profissional da educação abrange apenas o magistério. De acordo com o texto aprovado, passam a ser considerados profissionais da educação escolar básica:

  • os professores habilitados em nível médio ou superior para o exercício da docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;

  • os trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;

  • os trabalhadores da educação, em efetivo exercício na educação básica, portadores de diploma de curso técnico ou tecnológico em área pedagógica ou afim.
  • De autoria da senadora Fátima Cleide (PT-RO), o projeto foi encaminhado para sanção presidencial.

    Saiba mais!   



    Educação Superior- Preparar a GREVE de professores

    O Sinpro-Rio reafirma mais uma vez à categoria seu compromisso de, na atual Campanha Salarial de 2008, defender e assegurar a manutenção de todas as cláusulas sociais conquistadas historicamente nas lutas docentes.

    A atual Convenção Coletiva da Educação Superior, hoje vigente, está ameaçada pelo patronato. É uma das mais completas do país, notadamente em relação aos direitos sociais e trabalhistas da categoria. Quando o patronato põe em discussão a cláusula do ANUÊNIO e se recusa a realizar uma negociação salarial fundamentada no debate sobre temas como o ganho real nos salários e a normatização da Educação à Distância, revela sua real intenção: acabar com o Anuênio, para, em seguida, atacar nossa Convenção Coletiva de Trabalho, com vistas à retirada dos demais direitos da categoria. Os docentes da Educação Superior são vítimas de um processo de mercantilização do ensino, adotando o patronato uma prática de sistemático desrespeito às legislações trabalhista e educacional. Uma prática que chega ao cúmulo de negociar venda de instituições, onde alunos, funcionários e professores são comprados e vendidos, em verdadeiros "pacotes", ao capital internacional.

    Não devemos simplesmente assistir às ações destas empresas educacionais, que, a cada dia cortam custos, atingindo diretamente os professores. As empresas de Educação Superior devem assumir seus compromissos com a sociedade, oferecendo educação de qualidade que pressupõe o reconhecimento e a valorização de seus docentes. Como concessão do poder público, elas devem se submeter às normas educacionais e trabalhistas.

    A mobilização da categoria para possível greve no início do segundo semestre é a resposta que devemos dar, caso o patronato se mantenha intransigente às nossas reivindicações.

    A assembléia reunida no dia 31/05 deliberou: - Pela manutenção do Estado de Greve como alerta e denúncia à intransigência patronal, isto é, preparar a Greve para o 2º semestre; Pela realização de assembléias ou reuniões nas instituições debatendo com os professores a atual situação do dissídio coletivo e a necessária mobilização em defesa da Convenção Coletiva de Trabalho.

    Professores(as), precisamos mostrar nossa força e capacidade de mobilização e luta na defesa dos nossos direitos. Você está sendo convocado(a) para definir os rumos da nossa luta.

    Compareçam à assembléia, dia 21 de junho às 14 horas - ABI - Rua Araújo Porto Alegre, 71 - 9º andar.

    A Diretoria   

    Campanha Voz para Educar visita o Colégio Pedro II do Humaitá

    No dia 10 de junho, o Sinpro-Rio levou ao Colégio Pedro II, unidade Humaitá, sua vitoriosa campanha Voz para Educar. Na abertura da atividade, que tem objetivo de conscientizar a categoria para os cuidados da voz, o presidente do Sindicato, professor Francilio Paes Leme; e o 1º Secretário, professor Wanderley Quêdo, fizeram discursos apresentando o projeto, que já atingiu mais de 10 mil professores. Em seguida, a fonoaudióloga da equipe do Sinpro-Rio, Isabel Monteiro, ministrou uma palestra explicando a importância de cuidar da voz, instrumento de trabalho do professor, e encerrou com uma oficina, onde ensinou aos professores técnicas para que não prejudiquem ainda mais suas cordas vocais. Além de Francilio Paes Leme e Wanderley Quêdo, estiveram presente na atividade o vice-presidente do Sindicato, professor Antonio Rodrigues, e os diretores, professor Octavio Ferreira Filho e professora Glorya Maria Ramos.

    Confira aqui as fotos do evento!   

    Bossa no Sindicato

    Em homenagem aos 50 anos de bossa nova, o Sinpro-Rio brindou o público com uma apresentação do conjunto Fernando Martins quarteto, no seu auditório, na sede do centro, na última sexta feira. Realizado pela Escola do Professor, o show reuniu um público variado e um repertório que relembrava grandes sucessos como: Só tinha de ser com você e Só por amor.

    Veja as fotos do evento   

    Seminário de Educação Infantil em Madureira

    No dia 31 de maio de 2007, o Sinpro-Rio realizou o primeiro Seminário de Educação Infantil, em Madureira. Idealizado pela Escola do Professor, o evento aconteceu no Instituto Carmela Dutra, cedido o espaço pelo diretor do instituto Marcelo Lisboa, numa parceria com o Sindicato, envolvendo mais de 130 profissionais de educação.

    Na abertura, Marcelo Lisboa discursou sobre a importância desta parceria, endossado pelo presidente do Sinpro-Rio, Francilio Paes Leme, destacando o firme propósito da necessidade de se aprofundar o processo educacional de qualidade, gratuito, democrático, acessível para todos.

    Em seguida, o diretor do Sinpro-Rio José Cloves Praxedes, em seu discurso, mencionou os diretores presentes: Wanderley Quêdo, José Angelo, Vânio Lenzi, Leila Azevedo, Octavio Filho, Mariza Muniz, Maria do Céu Carvalho, Ireni Felizardo, Vera Câmara, Viviane Siqueira, Celeste Morgado e Olney Almeida, que, segundo ele, foram fundamentais para a realização do evento.

    Seqüencialmente, a palestrante Drª Rosana K. Bines dissertou sobre a A Importância da Leitura na Construção da Identidade Social, mesclando sua fala com o contador de histórias Laerte Vargas.

    Com Contos da Tradição Oral (As Fadas; Rosalina; a Cristã Devota; História de Amor; Isabelinha; e Santo Casamenteiro), Laerte propiciou aos profissionais de educação presentes três horas de pura interação que tomou conta do público.

    Foram momentos lúdicos, onde os "contos" e a sua "leitura" transformavam as feições num mundo mágico da transformação/interação, ensino e aprendizagem, modificando a realidade de cada profissional presente. Realidade esta que somente com preparação, formação, incentivo poder-se-á enfrentar os desafios deste processo educacional tão carente de investimentos.

    Visando a uma integração social dos diferentes profissionais, foi oferecido um almoço, contribuindo para um convívio mais estreito entre estes, a diretoria e os palestrantes. Esta troca de temas transversais são muito enriquecedoras, além de travar novas e duradouras amizades.

    No período da tarde, foram realizadas quatro oficinas assim distribuídas:

    Recriando o Mundo: Oficina de Sucata, com especialista em Educação Infantil, Cristina Laclette Porto; e a arte-educadora Rosa Araújo Geszti;

    A arte de Contar Histórias, com especialista em Literatura Infantil, Sônia Travassos;

    Reinventando Novas Relações Entre Seres Humanos e Natureza em Espaços de Educação Infantil e A Cultura do Brincar na Educação, com a especialista em Educação Infantil e membro do NIMA/Edu/PUC-Rio, Ana Lúcia de Souza Leite;

    A cultura do Brincar na Educação, com a pedagoga, especialista em Educação Infantil/PUC-Rio; Maria Lúcia Lara.

    Essas oficinas representaram o ponto alto deste seminário onde os profissionais de educação tiveram a oportunidade de vivenciar o processo ensino-aprendizagem, através de atividades lúdicas. Os professores puderam aprender, na prática, as diferentes possibilidades de transformação do espaço educativo, assim como das suas práticas pedagógicas. Veja as fotos do Seminário   

    Campanha Salarial do Ensino Superior
    Patrões insistem em acabar com o anuênio

    Boletim enviado para todos os professores da Educação Superior e Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimento de Ensino Superior do Rio de Janeiro (Semerj).

    Os docentes da Educação Superior, reunidos em assembléia, no dia 31 de maio, às 14h, na ABI, tomaram algumas decisões:

    1- Analisaram e rejeitaram por unanimidade a proposta feita pelo SEMERJ ao Sinpro-Rio na última reunião da Comissão Paritária realizada em 29 de maio de 2008, ou seja, rejeitaram a proposta encaminhada pelo Semerjde: a) conceder reajuste salarial no valor do INPC, a partir de 1º de abril de 2008; b) manter as cláusulas sociais, congelando o anuênio dos que já o possuem, isto é mantendo o pagamento dos anuênios acumulados para os que já o possuem, e dos adquiridos até 30 de abril de 2008 e não concedendo o anuênio aos novos professores contratados; c) proceder a discussões em Comissão Paritária, ao longo do ano, sem limite de data, para negociar novo dispositivo que venha substituir o anuênio.

    2- Lembro que o Sinpro-Rio, por dois anos seguidos, se dispôs e propôs ao SEMERJ que se discutisse, no decorrer do ano de 2006 e posteriormente no decorrer do ano de 2007, para efeitos de aplicação das conclusões na data-base do ano seguinte, não só o anuênio como também outras cláusulas da Convenção Coletiva. Como exemplo cito a questão da Educação a Distância, que na ausência de uma regulamentação vem, ao nosso ver, sendo utilizada para corte de custos onde o professor tem sido o principal prejudicado em seus direitos trabalhistas e o aluno na queda da qualidade do ensino. Lembro também que o SEMERJ não se dispôs a reunir-se em 2006 e compareceu, a uma única reunião no ano de 2007, enquanto o Sinpro-Rio preparou-se para o debate contratando assessorias e realizando seminários com a categoria, esforço este não correspondido pelo SEMERJ, que insiste em, a cada data-base, propor retirada de direitos dos docentes, além de não conceder ganho real aos professores, norma esta que já se pratica há quatro anos seguidos na Educação Básica.

    3- Estando já no mês de junho e diante da intransigência da posição patronal, os professores em assembléia também decidiram: considerar que o prazo para uma solução aceitável e que não signifique um atentado contra a nossa dignidade é o dia 21 de junho, dia em que a categoria reunir-se-á em nova assembléia, às 14h, na ABI;

      a) realizar neste período reuniões ou assembléias de professores;
      b) decretar que a categoria se encontra em Estado de Greve, ou seja, estará se organizando para uma greve, caso a intransigência patronal permaneça;
      c) reafirmar a proposta dos docentes para efetivação da Convenção 2008:

    1- reajuste salarial na data-base correspondente ao INPC do período com ganho real de 2%;

    2- manutenção de todas as cláusulas sociais, onde se inclui o pagamento do anuênio na forma atual;

    3- comissão paritária para discutir, ao longo do ano de 2008, não só o anuênio mas outras reivindicações dos professores como a regulamentação da educação a distância.

    Reafirmo que as conquistas da nossa categoria são um patrimônio que não se pode conceber ser tratado da forma como o SEMERJ tem feito. Aproveito para reiterar que a assembléia de professores atribui poder para a Diretoria do Sinpro-Rio negociar tais propostas, desde que se respeite e reconheça a importância do docente no exercício da sua função. Além de nos colocar no aguardo da sua manifestação em relação a este ofício aproveito para lhe informar que o conteúdo do mesmo será divulgado à categoria docente do ensino superior.

    Atenciosamente,

    Francilio Pinto Paes Leme
    Presidente do Sinpro-Rio   


    Morre diretor do Sindicato dos Professores de Niterói

    O professor Iguatemi de Alcântara Nunes, diretor de Relações Políticas e Sindicais do Sindicato dos Professores de Niterói morreu, na madrugada do dia 2 de junho, vítima de insuficiência múltipla dos órgãos. "No longo tempo que participou da luta dos professores de Niterói, ele fez o melhor pelo Sindicato e pela categoria?, afirma Edson Oliveira, da coordenação de Imprensa da Feteerj. Iguatemi estava na chapa Educação e Mudança que se apresenta à categoria nas eleições de 18 a 20 de junho, propondo reformulação e reorganização do Sinpro-Niterói e Região.   

    UFRRJ divulga edital para reingresso e transferência

    A partir do dia 26 de maio a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro receberá inscrições para transferências e reingresso. O Prazo vai até o dia 30 do mesmo mês. Os candidatos devem se inscrever através do site www.ufrrj.br ou no Decanato de Ensino de Graduação da Instituição. O valor da taxa de inscrição é de R$ 10

    No total, são 345 vagas, sendo 141 para transferências externas, 141 para transferências internas e 63 vagas para reingresso de candidatos que já possuam diploma de nível superior. As provas de seleção são constituídas de duas matérias específicas para o curso pretendido e uma redação. Caso sobre vaga em uma das modalidades e existam candidatos aptos, as vagas poderão ser transferidas. O Edital do concurso já está disponível no site da Instituição. Mais informações nos telefones: 21 2682.2911 ou 21 2682.1112.   

    Aos professores da Educação Superior e alunos

    A Educação Superior vem se caracterizando pela utilização de mecanismos puramente mercantis, em detrimento do projeto acadêmico pedagógico e, conseqüentemente, da qualidade do ensino. As vítimas desse processo são professores e alunos. Atrasos salariais, reduções de carga horária e de salários e o desrespeito às normas constantes da Convenção Coletiva de Trabalho. Todos estes abusos são praticados a pretexto de uma crise no setor, que nada mais é do que uma disputa desenfreada pelo mercado do Ensino Superior. Atualmente, mais de 80% das matrículas na Educação Superior estão nas universidades privadas. Nas negociações salariais de 2008 o sindicato patronal insiste em:

    1 - não conceder ganho real (acima do INPC de 5,5%) nos salários dos professores;
    2 - acabar com o anuênio, congelando para os que já o possuem e extinguindo para novos professores.

    Há quatro anos, os professores da Educação Básica conseguem ganho real e a manutenção de todas as cláusulas sociais. Além de obter novas conquistadas. É inadmissível que, na disputa por fatias do mercado, os donos das instituições de ensino privado superior queiram reduzir custos cortando vantagens e salários de seus professores. É por isso que o Sinpro-Rio convoca os professores para uma paralisação no próximo dia 20 de maio (terça-feira), precedida de uma Assembléia, que realizaremos no próximo sábado, dia 17 de maio, às 14h na ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, no 9º andar).

    A Diretoria do Sinpro-Rio se reunirá durante essa semana com o sindicato patronal e, caso os patrões insistam em retirar o anuênio e não conceder ganho real no reajuste salarial da nossa categoria, teremos que nos preparar para iniciarmos um processo de luta em defesa dos direitos contidos na nossa Convenção Coletiva de Trabalho. Este processo terá início na paralisação do dia 20.

    A luta no Rio poderá ser longa, procurando envolver a sociedade, as autoridades do governo, principalmente do MEC e a Justiça do Trabalho, na direção de darmos um BASTA ao tratamento de mercadoria que a iniciativa privada vem imprimindo à Educação Superior no Brasil.

    EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA

    Todos à Assembléia da Educação Superior. Sábado, dia 17 de maio, às 14h, na ABI

      


    Show "50 anos da Bossa Nova", dia 6 de junho, no Sindicato

    No dia 6 de junho, o Sinpro-Rio promoverá, através da Escola do Professor, o show "50 anos da Bossa Nova", com o Fernando Martins Quarteto. O evento, que acontecerá às 18h30, no Auditório do Sinpro-Rio (Rua Pedro Lessa, 35, 2º andar, Centro), vai comemorar meio século de um movimento que marcou a música popular brasileira. No repertório, estarão artistas como Menescal, Bôscoli, Tom Jobim, Vinicius de Moares, Baden Powell, entre outros. A entrada será franca.

    Informações: escola@sinpro-rio.org.br ou pelo tel. 3262-3440.

    Veja a programação completa do evento   

    Sinpro-Rio na UVA

    Sinpro-Rio realiza na próxima sexta, dia 16, das 8 às 10h, a Campanha Voz para Educar na Universidade Veiga de Almeida, na Tijuca. O objetivo do evento é, através de uma palestra, conscientizar os professores sobre o uso e cuidados com a voz. Além de pequenos conselhos, a palestra mostra a importância do fonoaudiólogo como agente de prevenção e terapia vocal.   

    Resultados das Assembléias da Educação Básica e Superior

    Educação Básica:

    A Assembléia realizada no sábado dia 10 de maio decidiu:

    1 - aprovar a proposta resultantes das negociações desenvolvidas pela Comissão Paritária:
    a - reajuste salarial de 6,5%, retroativo a 1º de abril de 2008. Esse reajuste representa o INPC (5,5 %) + 1% de ganho real;

    b - mantidas todas as cláusulas sociais da atual Convenção Coletiva de Trabalho: Triênio de 3%, gratuidade para filhos de professores, estabilidade de gestante, estabilidade antes da aposentadoria, pagamento de janelas, etc;

    c - três cláusulas novas, incluindo, respectivamente, obrigação do pagamento na base do salário-aula do trabalho on-line, paritária para discutir a saúde do professor e as condições de trabalho e paritária para discussão das condições, na escola privada, da educação infantil;

    2 - desconto de 2% do salário, *uma única vez*, no mês de junho, em favor do Sinpro-Rio, como contribuição para a necessária sustentação financeira da entidade.
    A proposta acima, aprovada na reunião dos professores, será apreciada pela assembléia patronal a se realizar na próxima quinta-feira. Caso haja aprovação, serão ultimados os procedimentos para assinatura da Convenção.

    Ensino Superior:

    Resultado da Assembléia do Ensino Superior realizada em 10 de maio na ABI:

    A Assembléia decidiu:

    1 - manter a data de 20 de maio, uma terça-feira, para a paralisação dos docentes do Ensino Superior;

    2 - convocar nova Assembléia para o próximo sábado, dia 17 de maio, às 14h na ABI;

    3 - que a Assembléia de 17 de maio poderá ou não revogar a paralisação de 20 de maio. Isto se deve ao fato, foi informado na Assembléia do último sábado, que o patronato na sexta-feira comunicou ao Sinpro-Rio ter uma proposta salarial, que será apresentada em reunião paritária a se realizar hoje, às 16h30.

    Veja as fotos.

    A Diretoria   

    Seminário é encerrado com debate dos "Vinte anos da Constituição Cidadã: dilemas e perspectivas da República Brasileira"

    No dia 9 de maio, aconteceu o último dia do seminário "O Estado Democrático de Direito e os Trabalhadores no Brasil: 20 Anos da Constituição de 1988", promovido pelo Sinpro-Rio, no Auditório Gilberto Freyre, no Palácio Gustavo Capanema. Neste encontro, o tema debatido foi "Vinte anos da Constituição Cidadã: dilemas e perspectivas da República Brasileira".

    A mesa, que encerrou o evento, contou com a presença do vice-presidente do Sinpro-Rio, Antonio Rodrigues; o doutor em Ciência Política e professor PUC-Rio, Adriano Pilatti; o vice-presidente da OAB/RJ, Lauro Schuch; e o secretário de Relações Internacionais da CUT Nacional, João Antônio Felício.

    O primeiro palestrante da noite foi o professor Adriano Pilatti, que relatou todo o processo de lançamento da Constituição até os dias atuais. Para Pilatti, nós estamos num período mais longo, sem interrupção, de uma Constituição democrática. E a partir dessa preposição, segundo o professor, a sociedade pode ter uma perspectiva mais positiva.

    Entre críticas e louvor, Pilatti lembrou o discurso do senador Ulysses Guimarães, grande defensor da Constituinte. "Bem ou mal, a Constituição reconstruiu o tecido social, beneficiando a todos", afirmou o professor sobre o lado positivo do documento.

    "Nesse 20 anos, avançarmos muito nessa etapa democrática e a Constituição, com certeza, tem alguma coisa haver com isso", concluiu, assim, Pilatti a sua palestra.

    O segundo palestrante do evento foi Dr. Lauro Schuch, que falou sobre "O Estado de Direito e a ordem democrática". O advogado definiu a Constituição com um pacto social, sem desigualdades, que imponha limites ao Estado e à sociedade. "A Constituição falha porque não cumpre para o pacto social", afirmou Schuch. Para ele, a Constituição é cidadã e, sob o ponto de vista formal, é perfeita, abrange vários direitos democráticos, mas, na sua operação, ela deixa a desejar e não funciona.

    Schuch abordou sobre a diferença entre a Constituição na teoria e na prática. "É difícil que a teoria funcione num país de muitos contrastes e diferenças. Se faz necessário outros instrumentos ou até mesmo uma revisão da constituição", explicou o advogado sua hipótese para o fracasso da prática da constituição.

    O último palestrante que encerrou o seminários foi João Antônio Felício. Sua intervenção foi sobre as "Perspectivas para os trabalhadores no Brasil e no Mundo". Felício abriu sua palestra parabenizando o Sinpro-Rio por saber combinar suas campanhas com debates informativos, provando que "o sindicato tem um profundo compromisso com a categoria e sua base". O secretário de Relações Internacionais da CUT Nacional falou um pouco sobre o passado até chegar na perspectiva atual para os trabalhadores. "No passado havia respeito da sociedade pelas lutas dos movimentos sindicais. Hoje, as lutas não são respeitadas e são profundamente atacadas", comparou o palestrante dois momentos envolvendo a luta dos trabalhadores.

    Para Felício, a sociedade não valoriza os movimentos sindicais nem quando são eles negociam os salários dos trabalhadores. Segundo a pesquisa do Dieese, citada pelo palestrante, 97% das categorias conseguiram reajuste em 2007 e isso é um exemplo de mudança no trabalho. Porém, essa mudança nunca será creditada aos sindicatos ou às centrais sindicais - finalizou Felício.

    Após as palestras, iniciou-se um debate produtivo entre os convidados e o público presente, que propôs questões relativas ao Estado de Direito e as importante reformas para o país.

    Veja as fotos do evento: dia 7, dia 8 e dia 9   

    Aos Professores da Estácio de Sá: coleta de provas para instruir o processo do Ministério Público do Trabalho

    A Diretoria do Sindicato informa:

    1 - que o prazo de 20 dias concedidos pelo procurador da Justiça do Trabalho se esgotará na semana que vem e continuamos recolhendo os contracheques, anteriores e posteriores à data da redução salarial.

    2 - que será garantido o sigilo da identidade dos professores que nos entregarem tais contracheques.
    Este procedimento é sempre adotado pelos procuradores, por solicitação do Sindicato.

    Resultado da Assembléia do Ensino Superior realizada em 10 de maio na ABI:

    A Assembléia decidiu:

    1 - manter a data de 20 de maio, uma terça-feira, para a paralisação dos docentes do Ensino Superior;

    2 - convocar nova Assembléia para o próximo sábado, dia 17 de maio, às 14h na ABI;

    3 - que a Assembléia de 17 de maio poderá ou não revogar a paralisação de 20 de maio. Isto se deve ao fato, informado na Assembléia do último sábado, que o patronato, na sexta-feira, comunicou ao Sinpro-Rio ter uma proposta salarial, que será apresentada em reunião paritária a se realizar hoje, às 16h30.   

    Seminário debate ?Estado, Direito e Exclusão no Brasil: 120 anos da abolição?, em seu segundo dia

    No dia 8 de maio, aconteceu o segundo dia do seminário "O Estado Democrático de Direito e os Trabalhadores no Brasil: Vinte Anos da Constituição de 1988", promovido pelo Sinpro-Rio, no Auditório Gilberto Freyre, no Palácio Gustavo Capanema. Neste segundo encontro, o tema debatido foi "Estado, Direito e Exclusão no Brasil: 120 anos da abolição".

    Participaram da mesa, coordenada pela diretora de Educação e Cultura do Sinpro-Rio, Glorya Ramos: o historiador e doutor em Comunicação e Cultura da UFRJ, professor Joel Rufino; o diretor da Secretaria de Gênero e Etnia da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (Contee), professor Edson Oliveira Santos; e o diretor da Fundação Perseu Abramo, Flávio Jorge Rodrigues da Silva.

    A primeira palestra ministrada foi professor Joel Rufino, que explanou sobre a importância da abolição da escravatura. Segundo o historiador, o senso comum coloca certas preposições à sociedades, quanto a história dos negros, que não resistem a uma análise mais crítica. Uma dessas preposições, é o fato da abolição ter sido uma farsa. Para Rufino, qualquer processo que existe muita luta não pode ser uma farsa. "Só no 13 de maio foram libertadas cerca de 700 mil pessoas e isso não foi insignificante", argumentou.

    Ao final do seu discurso, o historiador falou que o racismo brasileiro não pode ser produto da escravidão, pois da abolição para cá o racismo aumentou, ao invés de diminuir.

    No debate, o público questionou a Joel Rufino a diferença entre o racismo norte-americano e o brasileiro, se há alguma coisa para comemorar neste 120 da abolição da escravatura e como é possível comprovar esse aumento do racismo no Brasil.

    O professor respondeu que o racismo norte-americano é mais democrático. "Basta ver que uma das pessoas mais importante na política americana é uma mulher negra", afirmou o historiador citando a Condoleezza Rice. Na questão da comemoração dos 120 da abolição, para ele, deve ser comemorada sim, pois representou um avanço na história. Quanto ao crescimento do racismo, o Rufino falou que a prova do aumento é o crescimento do movimento negro. "A resistência dessa luta prova o racismo", concluiu o professor.

    Em seguida, Diretor da Fundação Perseu Abramo, Flávio Jorge, ministrou sua palestra sobre "Estado de Direito e exclusão no Brasil". O militante do movimento negro iniciou o sua fala discordando do professor Joel Rufino quanto ao racismo democrático norte americano. "Racismo é racismo em qualquer lugar do mundo", afirmou Flávio explicando que não existe uma crueldade mais democrática. O palestrante prosseguiu o seu tema exemplificando os fatores que contribuem para exclusão da população negra e contextualizando, em períodos, a trajetória do movimento negro ao longo da história.

    O último palestrante da noite, foi o professor Edson Oliveira Santos que fez um breve discurso sobre "O papel do negro e das minorias discriminadas no Brasil atual". O professor citou a importância dos 60 anos dos direitos universais e lembrou que racismo é citado na Constituição brasileira como crime inafiançável. Ao final do discurso, o professor parabenizou a coragem de realizar uma mesa com quatro negros, o que não é uma realidade comum nos dias de hoje.

    O seminário, que continua hoje, dia 9, no mesmo horário, terminou com um produtivo debate sobre o movimento negro, as cotas na universidades e as políticas afirmativas.

    Veja as fotos do evento: dia 7 e dia 8   

    Começa o seminário "O Estado Democrático de Direito e os Trabalhadores no Brasil"

    No dia 7 de maio, o Sinpro-Rio, através da Escola do Professor, iniciou o seminário ?O Estado Democrático de Direito e os Trabalhadores no Brasil: Vinte Anos da Constituição de 1988?, no Auditório Gilberto Freyre, no Palácio Gustavo Capanema. No primeiro dia do evento, o tema debatido foi ?As constituições brasileiras e os direitos dos trabalhadores: breve histórico?.

    A mesa de abertura contou com a presença do presidente do Sinpro-Rio, Francilio Paes Leme; do 1º Secretário da CUT Nacional, Adeílson Teles; e da Assessora Jurídica do Sinpro, a advogada Drª Rita Cortez, que representou o Presidente da OAB-RJ, Dr. Wadih Damous. O coordenador da mesa foi o 1º secretário do Sinpro-Rio, professor Wanderley Quêdo.

    Após os discursos iniciais, o escritor Frei Betto iniciou sua palestra sobre ?Os movimentos populares, cidadania e democracia participativa?. Com uma análise rápida sobre os 44 anos anteriores, descreveu a trajetória dos movimentos populares, com ênfase nas Comunidades Eclesiais de Base (as CEB?s), e fez algumas críticas aos movimentos sociais corporativistas e o atual governo.

    Em seguida, a secretaria de Relações de Gênero da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), professora Odisseia Carvalho, iniciou sua palestra ?A importância da luta dos trabalhadores para conquista dos direitos trabalhistas?. Durante seu discurso, Odisseia fez um breve relato histórico sobre o trabalho e explanou sobre o papel do movimento sindical na luta pelos direitos dos trabalhadores.

    Ao final da palestra, o professor Wanderley Quêdo mediou um produtivo debate entre o público e os palestrantes. A professora Odisseia respondeu a perguntas sobre os movimentos sindicais e Frei Betto foi questionado pelos presentes sobre temas como: o aborto e o atual Governo Lula.

    O Seminário continuará nesta quinta e sexta-feira, dia 8 e 9, com palestras de especialistas como Joel Rufino, Flávio Jorge, Adriano Pilatti, Lauro Schuch e João Antônio Felício.

    Veja a programação completa!   

    Veja a deliberação do Conselho Municipal de Educação, que normatiza as escolas de Educação Infantil

    Em maio de 2007, o Conselho Municipal de Educação do Rio de Janeiro aprovou a Deliberação E/CME nº15, que fixa normas para autorização de funcionamento de instituições privadas de Educação Infantil no município. Dentre as normas para a oferta deste segmento, estão um novo modelo político-pedagógico, regras quanto à formação de profissionais de Educação Infantil e à infra-estrutura. Professor, se você trabalha neste segmento, fique atento!

    Veja na íntegra a Deliberação E/CME nº15 (arquivo PDF).   

    Aos Professores da Estácio de Sá: Ministério Público do Trabalho converte a Representação feita pelo Sinpro-Rio em Inquérito Civil Público

    O Sinpro-Rio recebeu, no dia 5 de maio de 2008, de sua Assessoria Jurídica o despacho do Ministério Público do Trabalho, datado de 30 de abril, referente à Representação 1.258/2008, movida pelo sindicato contendo denúncia sobre o imenso prejuízo causado aos professores da Estácio em função da redução das suas cargas horárias, efetivada por meio de procedimento irregular que fere o princípio da irredutibilidade salarial.

    A Diretoria do Sinpro-Rio está adotando os procedimentos cabíveis, visando ao atendimento às exigências formuladas pelo MPT na ata da reunião com o Sindicato, já divulgada por nós. Ao mesmo tempo estamos enviando à Diretoria da ADESA ofício, no qual solicitamos sua ajuda no recolhimento de contracheques de professores, comprovando os salários, anterior e posterior à redução promovida pela Estácio. Acompanha o ofício uma cópia do documento do Ministério Público do Trabalho.

    Independente dessa solicitação, pedimos aos professores que nos enviem estes contracheques, única forma de comprovarmos as citadas reduções. O prazo que nos foi concedido é de 20 dias.

    A luta irá exigir cada vez mais a participação dos docentes para que consigamos a vitória.

    A seguir, transcrevemos o despacho do Procurador do Trabalho, Dr. Carlos Eduardo Carvalho Brisolla:


    "APRECIAÇÃO PRÉVIA/CONVERSÃO DA REPRESENTAÇÃO EM INQUÉRITO CIVIL

    Trata-se de denúncia formulada pelo sindicato da categoria e que noticia o suposto prejuízo aos professores da entidade de ensino em tela, que, ao alterar o tempo de duração das aulas ministradas, teria não apenas reduzido a carga horária de labor dos professores, mas utilizado metodologia peculiar de cálculo da unidade salarial hora-aula, implicando tal medida em redução sensível no valor nominal dos salários, em afronta ao princípio da irredutibilidade salarial. Além disso, tal disposição teria consistido em alteração unilateral do contrato, violando o artigo 486 consolidado, além de ir de encontro ao que disposto em norma coletiva pactuada.

    A entidade conta com um número significativo de professores, de modo que pode haver direitos individuais homogêneos sob lesão, justificando a atuação do MPT.

    Isto porque cabe ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, conforme reza o artigo 127 da Carta Magna de 1988, impondo-se a apuração das possíveis irregularidades denunciadas, nos termos em que permitido pelo artigo 8º, $ 1º da Lei 7.348/85.

    ANTE O EXPOSTO, determino à Secretaria da CODIN que:

    1 ? Converta a presente representação em inquérito civil, observando-se os procedimentos necessários para tanto, inclusive a elaboração, afixação em quadro próprio e publicação em meio oficial da necessária portaria, designando, desde já, como secretária a servidora deste órgão, Sra. Cláudia Rocha;
    2 ? Oficie-se a entidade de ensino investigada solicitando a apresentação, no prazo de 20 dias, de esclarecimentos a respeito da denúncia, além dos documentos que entender pertinentes, tais como cópia da norma interna que fundamentou a mudança de horário das aulas, além de planilha que demonstre a metodologia anterior a atual utilizadas relativamente ao cálculo das horas-aula.

    À CODIN

    Rio de Janeiro, em 30 de abril de 2008.?

    Assina este despacho o Procurador do Trabalho, Dr. Carlos Eduardo Carvalho Brisolla.   

    Sinpro-Rio participa da comemoração do dia do trabalhador na Lapa

    No dia 1º de maio, a Central Única dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (CUT-RJ) promoveu uma grande festa, nos arcos da Lapa, para comemorar o dia do trabalhador. E o Sinpro-Rio esteve presente no evento com um estande, para divulgar sua atuação e atender aos professores presentes.

    A comemoração teve inicio às 16h e contou com a presença de lideranças sindicais, populares, além de grande nomes da música como: Ana Costa, Dudu Nobre, Diogo Nogueira e Paralamas do Sucesso.

    Durante o evento, que também contou com um ato político da Central, o 1º Secretário do Sinpro-Rio, professor Wanderley Quedô, fez um discurso em defesa da categoria, onde relatou os avanços da Campanha Salarial 2008 e atual crise da Educação Superior Privada.

    Veja as fotos do Evento!   

    Seminário discute situação de professores da Rede Federal, nesta quinta-feira, dia 8

    Membros do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (Sinasefe), do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior do Brasil (Andessn) e do Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) discutirão, nesta quinta, dia 8, ás 10h, o futuro de professores da Rede Federal de Ensino, no primeiro e no segundo grau. O evento promovido por Diretores e conselheiros da Associação de Docentes do Cefet-RJ (ADCEFET-RJ) será no auditório 3 do campus do Maracanã do Cefet-RJ, que fica na Av. Maracanã, 229.   

    Educação Superior - Assembléia de Decisão: Paralisação de Protesto

    Com o descaso e a intransigência do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Rio de Janeiro (Semerj), ao não responder a pauta de reivindicações, aprovada pela categoria desde 8 de março, e não ter acordado um agendamento de reuniões paritárias, o Sinpro-Rio vem convocar os professores da rede privada da Educação Superior para uma assembléia a fim de decidir uma Paralisação de Protesto.

    Chegamos em maio e ainda não iniciamos a negociação e o patronato já aponta para o interesse na retirada de direitos, como o anuênio e o plano de carreira. Tal posição intransigente coloca em risco a própria Convenção Coletiva, garantia dos direitos da categoria.

    A situação atual da Educação Superior privada no Rio tem se pautado pela prática do desrespeito à legislação trabalhista e educacional, descumprindo, inclusive, compromissos firmados perante seus respectivos corpos docentes.

    Salários atrasados, redução salarial e demissões constantes são características comuns desde pequenas faculdades isoladas até as grandes universidades. A mercantilização do ensino e a utilização de novas tecnologias para a redução de custos vêm se fazendo às custas do emprego, dos salários dos docentes e da qualidade do ensino.

    A construção de um ensino de qualidade é um compromisso histórico dos professores e as bandeiras de luta do Sinpro-Rio são a garantia de emprego, dos direitos e da melhoria das condições de trabalho.

    Diante do descaso e dessa postura intransigente do sindicato patronal, o Sinpro-Rio vem denunciar à comunidade acadêmica (e à sociedade como um todo) este quadro sombrio que paira sobre a Educação Superior privada no Rio de Janeiro.

    Professor, não deixe de garantir os seus direitos. Compareça à Assembléia da Educação Superior para decidir sobre uma Paralisação de Protesto.

    Sábado, dia 10 de maio, às 14h
    Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
    Rua Araújo Porto Alegre, 71, 9º andar, Centro
      


    Universidade Rural divulga edital de isenção

    A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) divulgou as datas para pedido de isenção de taxa do vestibular 2009. As inscrições começam no dia 2 de junho e vão até o dia 13. Os candidatos podem se inscrever pela internet ou nos postos cadastrados, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. É necessário comprovar renda per capita de até um salário mínimo e ter o ensino médio concluído até dezembro de 2008. A documentação comprobatória pode ser entregue até o dia 20 de junho.

    Mais informações: www.vestibular.ufrrj.br   

    Estácio solicita à Procuradoria Regional do Trabalho adiamento da audiência

    A representação do Sinpro-Rio compareceu à audiência convocada pelo procurador do trabalho, Dr. Carlos Eduardo Carvalho Brisolla e foi informada por ele que a Direção da Universidade Estácio de Sá não havia comparecido por haver solicitado o seu adiamento.

    O Presidente do Sinpro-Rio e a Assessora Jurídica, Dra. Rita Cortêz, insistiram na necessidade de que a representação do Sindicato fosse ouvida, recebendo a aquiescência do senhor Procurador.

    Direção do Sinpro-Rio faz minucioso relato das irregularidades cometidas pela Estácio

    O senhor procurador ouviu atentamente, por cerca de uma hora, os relatos dos representantes do Sinpro-Rio; seu presidente, Francilio Paes Leme, os diretores e professores da Estácio, Magna Corrêa e Mauro Cerutti, o diretor do Departamento Jurídico, professor Márcio Fialho e a assessora jurídica do Sinpro-Rio, Dra. Rita Cortêz.

    Para que os(as) colegas tenham uma melhor compreensão do acontecido nesta audiência, transcrevemos sua ata:

    "

    ATA DE AUDIÊNCIA

    Aos 30 dias de abril de 2008, às 12 horas na sede da Procuradoria do Trabalho da 1ª Região, com a presença do procurador do trabalho o Dr. Carlos Eduardo Carvalho Brisolla, designado para presidir a Representação nº 1.258/2008, instaurada em face de Estácio de Sá S/A, compareceu Francilio Pinto Paes Leme, identidade 01922138-1 IFP/RJ, presidente do SINPRO-RIO, acompanhado da advogada, a Dra. Rita de Cássia Cortez, OAB/RJ 039529; na forma do artigo 8º inciso I da Lei Complementar nº 75/93.

    Instalada a audiência, os representantes do sindicato esclareceram os elementos que já foram apresentados na denúncia, requerendo a atuação deste órgão ministerial, e comprometendo-se a apresentar novos documentos que complementam a denúncia, no prazo de 20 dias.

    Nada mais havendo a acrescentar, é encerrada a presente ata, que foi por mim, Christiano Gayo Nascimento, transcrita e por todos os presentes assinada.?

    Assinaram a ata: Carlos Eduardo Carvalho Brisolla, Francilio Pinto Paes Leme e Rita de Cássia Sant'Anna Cortêz.?

    A Diretoria do Sinpro-Rio considera bastante satisfatória a audiência e solicita dos(as) colegas o aguardo necessário até que venhamos a ter notícias mais concretas na próxima semana.

    O sindicato e os(as) professores(as) continuarão exigindo o cumprimento da legislação e a manutenção dos seus direitos.

      


    Oficinas Pedagógicas em Paracambi

    No dia 26 de abril, a Escola do Professor promoveu duas oficinas em Paracambi, no Instituto de Educação Aquarela (Rua Basileu Leal, 95, em Lages): Do brinquedo cantado ao brinquedo jogado e As crianças de 0 a 6 anos. Ambas aconteceram pela manhã, das 9 às 13h.

    A maior procura foi pela segunda oficina, onde Eliane Fazolo Freire e Daniela de Oliveira Guimarães, professoras do curso de Especialização em Educação Infantil da PUC-Rio, discutiram a função da creche, com 42 participantes.

    Na outra oficina, 26 professoras ouviram a professora de educação física da UFRJ, Liliane Carvalho de Souza, dissertar sobre valor dos brinquedos no processo do desenvolvimento infantil.

    Cláudia Maria Rodrigues Basílio Leal, coordenadora pedagógica do Instituto de Educação Aquarela, fez questão de elogiar o trabalho realizado pelo Sinpro-Rio:

    "Cada vez mais respeito o trabalho do sindicato, não apenas no que se refere à luta pelos direitos da classe, mas acima de tudo pelo trabalho amplo que realiza com o propósito de atualizar os profissionais da Educação", declarou Claúdia.

      


    Primeiro de Maio com Festa na Lapa

    O trabalhador merece uma comemoração do seu dia, em grande estilo. Por isso, no dia 1º de maio, a CUT-RJ irá promover uma grande festa: um showmício promovido pela Central, próximo aos arcos da Lapa. O evento começa às 15h e contará com a presença de lideranças sindicais, populares, além de grande nomes da música e parlamentares. O Sinpro-Rio contará com um estande, para divulgar sua atuação e atender aos professores.

    Programação:

    15h - Ana Costa
    16h30 - Dudu Nobre
    18h - Ato político
    19h - Diogo Nogueira
    20h30 - Paralamas do Sucesso
      


    Feriado do dia do Trabalhador

    O Sindicato não funcionará nos dias 1º e 2 de maio devido ao feriado do dia do trabalhador. Retornaremos nossas atividades normalmente no dia 5/05.

      


    Aos Professores da Estácio de Sá

    A Diretoria do Sinpro-Rio informa aos professores e professoras da UNESA que o Ministério Público do Trabalho, designou a realização de audiência, relativa ao processo 1258/08, face a denúncia produzida pelo Sinpro-Rio, para o próximo dia 30 de abril de 2008 às 11h40, na Av. Churchil, 94 - 7º andar - Centro - RJ.

    Solicitamos aos colegas que continuem nos enviando as denúncias que irão enriquecer o já vasto dossiê preparado pelo Sindicato.

    Exigimos que se faça justiça aos docentes da UNESA.

      


    Centésimo sindicalizado em Madureira

    Ezequiel Cavalcanti Ribeiro, despretensiosamente, entrou para a história do Sinpro-Rio. Isso porque, nesta quinta-feira, dia 17 de abril, pela tarde, o professor de geografia foi à subsede de Madureira e se tornou o 100° professor a se sindicalizar na subsede, que tem 7 meses de funcionamento.

    O professor, que optou pelo desconto em folha e fez adesão ao plano de saúde da Unimed-Rio, disse que o sindicato é indispensável na luta pela preservação dos diretos dos professores:

    ?O sindicato é muito importante, na questão da garantia dos direitos?, declarou Ezequiel. Para ele, o plano de saúde também foi um atrativo para a sindicalização:

    ?Eu já era cliente da Unimed, mas a mensalidade estava muito cara. Com a sindicalização, ela vai cair.?

    A subsede de Madureira foi inaugurada em setembro do ano passado e oferece todos os serviços do Sinpro-Rio que já são disponíveis na Sede e nas outras subsedes, como: orientações sobre direitos, assistência jurídica, cursos elaborados pela Escola do Professor, atividades culturais, de lazer, plano de saúde e uma sala de aula para reuniões, assembléias, seminários e atividades pedagógicas.

      


    Andes impedida de propor ação judicial

    Sem registro no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), um sindicato não é sujeito de direito e, por isso, não pode propor ação judicial, pois não detém a representatividade da categoria. O entendimento da Primeira Turma do Superior Tribunal(STJ) pôs fim a uma ação do Sindicato Nacional das Instituições de Ensino Superior (Andes) contra a Universidade Federal de Ouro Preto e a União. A entidade pleiteava a restituição de valores descontados dos proventos de seus associados a título de contribuição previdenciária, no seu entender, indevida. A ação foi extinta por ilegitimidade da entidade, pois não foi comprovado o registro no ministério, requisito necessário para sua existência legal, conforme a Constituição. O entendimento foi mantido pelo STJ.

    Fonte: Jornal Valor Econômico

      


    I Fórum de Mídia Livre dias 17 e 18 de maio, na UFRJ

    Acontece nos dias 17 e 18 de maio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o I Fórum de Mídia Livre. Nele, jornalistas e militantes da comunicação irão debater temas como concentração midiática e o direito á comunicação, a fim de confeccionar um manifesto da mídia livre. Este manifesto já está sendo desenvolvido a partir de reuniões anteriores.

    Veja o manifesto na íntegra

      

    Subsede de Madureira conclui seu primeiro curso de atualização

    No dia 5 de Abril, o Sinpro-Rio, através da Escola do Professor, promoveu com sucesso o primeiro curso de atualização na nova Subsede em Madureira. "Conhecer o Mundo Através de Atividades Lúdicas e Interativas", que foi ministrado pela professora Rafaela da Silva Soares, teve a participação de 19 professoras. E explorou com profundidade os conteúdos propostos, utilizando-se dentre outras técnicas pedagógicas, como dinâmica de grupo, interatividade e o processo de transformação do educando, onde, realmente, o lúdico desperta a busca da aprendizagem.

    Na abertura do evento, os diretores Praxedes, Ângelo e Vânio frisaram a importância da Subsede como base da expansão do Sinpro-Rio na região. "Nossa presença nesta densa área geográfica, que congrega inúmeras escolas particulares do Rio de Janeiro, atende às demandas desta categoria, fruto do trabalho realizado pela atual diretoria, cumprindo com mais um dos seus compromissos de campanha", afirmou Vânio.

    Durante atividade, que foi encerrada no dia 12 de abril, as professoras participaram das "oficinas da construção" do saber, onde a descoberta, jogos criativos vivenciam o espaço lúdico, alargando as fronteiras da imaginação. Este paradigma poderá ser utilizado como mote, mesmo nas unidades escolares mais humildes. Afinal "a criança só aprende brincando". Daí, a interação entre saberes. Só assim é possível mergulhar no mundo da imaginação, onde a criança é o sujeito e objeto da nossa criação.

    Veja as fotos do evento

      

    Aos Professores da Estácio: sobre a luta contra as irregularidades

    O Sinpro-Rio continua atento e mobilizado na luta para enquadrar a Estácio nos limites previstos em lei. Dando continuidade ao fluxo de informações com os docentes, viemos divulgar a todos dados sobre a Representação que o Sinpro-Rio fez no Ministério Público do Trabalho. Assim, os colegas poderão acompanhar seu andamento e, quem sabe, ajudar-nos nessa luta pela dignidade dos docentes da Unesa.

    A Representação tem o nº 1258/2008 e foi distribuída para o Dr. Carlos Eduardo Brisola.

    Como sempre fazemos, informamos que a quantidade de e-mails enviados ao sindicato continua crescendo e quanto maior for, melhor para a nossa mobilização.

      


    Parecer que flexibiliza o conceito de dia letivo é aprovado pelo Conselho Estadual de Educação

    Parecer que flexibiliza o conceito de dia letivo é aprovado pelo Conselho Estadual de Educação Foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Educação Básica do Conselho Estadual de Educação, no dia 25 de março e pela Plenária em 08 de abril, também por unanimidade, o Parecer Normativo de número 043/08 que flexibiliza o conceito de dia letivo. O Relator do Processo foi o Conselheiro do CEE e Presidente do Sinpro-Rio, professor Francilio Paes Leme.

    Esclarece-nos Francilio que seu parecer toma como base três aspectos: a valorização do profissional da educação, a obediência ao cumprimento dos 200 dias letivos e das 800 horas mínimas e, a autonomia do CEE em emitir Parecer ou Deliberação sobre a matéria. Sua argumentação estende-se invocando o artigo 206 da Constituição e os artigos 3º, 13º, 24º, e 67º da LDB, além dos Pareceres 05/97 e 12/97 do CNE, para chegar ao seu voto.

    É importante esclarecer que o Parecer 043/08, para entrar em vigor, terá que ser homologado pela Secretária Estadual de Educação.

    Veja o parecer na íntegra

      

    BOLETIM DA ESTÁCIO - PROFESSORES EM LUTA

    Caros(as) Professores(as) da Estácio

    Na última 4ª feira, 2 de abril de 2008, o Sinpro-Rio reuniu-se com o representante do Ministério da Educação e Cultura no Rio de Janeiro, Prof. Cícero Fialho. Estavam presentes o Presidente do Sindicato, Prof. Francilio Paes Leme, o 1º Vice-Presidente, Prof. Antonio Rodrigues, e os diretores, também professores da Estácio, Magna Corrêa e Mauro Cerutti. Na ocasião, a representação do sindicato pôde discorrer longamente sobre todas as irregularidades de cunho trabalhista e, principalmente, de natureza educacional que vêm sendo praticadas pelos dirigentes da UNESA, assim como sobre o clima de insatisfação reinante na comunidade acadêmica. Em contrapartida, a comissão tomou conhecimento também da existência de várias denúncias de alunos da instituição feitas ao MEC.

    O Sinpro-Rio solicitou ao representante do MEC, através de ofício, a marcação de uma audiência com o Prof. Ronaldo Mota, Secretário de Educação Superior do Ministério, para entregar oficialmente o dossiê sobre a Estácio exigindo, dessas autoridades, providências urgentes.

    Continuamos aguardando o pronunciamento do Ministério Público do Trabalho em relação à denúncia feita pelo sindicato.

    Aproveitamos para enviar dois avisos:

    :: no dia 26 de março de 2008, vocês receberam um e-mail informando que a lista inicial de 650 e-mails crescera para 729. É com satisfação que anunciamos que a lista atingiu a marca de 807 e-mails de professores da Estácio;
    :: recebemos alguns e-mails de professores reclamando do fato de não mencionarmos determinadas irregularidades em nossas notas. Esclarecemos que só podemos denunciar e publicar irregularidades cometidas pela UNESA quando nos forem feitas pelos professores e devidamente verificadas pelo sindicato. Solicitamos que continuem a nos enviar denúncias para que constem do corpo do dossiê elaborado.

    Agradecemos mais uma vez as mensagens que temos recebido, o que nos conduz à certeza de que o nosso trabalho está no caminho certo e gerará, sem sombra de dúvida, resultados favoráveis aos interesses dos docentes da UNESA.

      


    Aos Professores da Estácio de Sá

    O atual cenário de expansão e mercantilização da educação superior privada evidencia, de modo grave, a precarização das relações de trabalho do corpo docente das instituições de ensino. Grandes conglomerados educacionais se constituem através de fusões e aquisições no setor, incluindo-se aí as compras de universidades brasileiras por investidores internacionais. A estrutura administrativa das instituições universitárias passou a ser gerenciada pela lógica do mercado e da minimização dos custos e maximização dos lucros, em detrimento da qualidade de ensino.

    A Universidade Estácio de Sá, com mais de 150 mil alunos espalhados por diversas unidades da federação brasileira, vem praticando um modelo de gestão universitária bastante prejudicial ao conjunto de professores da instituição, institucionalizando a prática do desrespeito à legislação trabalhista e educacional.

    Pioneira na negociação de ações na BOVESPA, desde 2007 a Universidade Estácio de Sá, através da ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES, tem pautado sua atuação por uma política de aquisições em larga escala em âmbito nacional, ilustrando uma perversa realidade: a educação superior, constitucionalmente reconhecida como um direito, um bem público regulado pelo Estado, vem sendo tratada como uma mercadoria qualquer, obediente à estrita lógica do mercado e dos seus investidores. Interesses do mercado financeiro vêm gradativamente se sobrepondo ao compromisso da UNESA com o desenvolvimento de um projeto educacional de qualidade. Sob o falso pretexto de adequação da estrutura curricular dos diferentes cursos às exigências do MEC e da legislação educacional, a instituição vem perpetrando um conjunto de medidas absolutamente nefastas ao corpo docente:

    - redução de cerca de 1/3 dos salários dos professores através da diminuição da carga horária semanal, por disciplina, de 150 horas-aula para 120 horas-aula. Tal medida constitui evidente descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, alterando, à revelia da lei, o valor da hora-aula (unidade de valor salarial) do professor, na medida em que não há qualquer previsão legal que permita o cálculo da hora-aula proporcional ao tempo de sua duração;

    - banalização da Educação a Distância, entendida pela Estácio como mecanismo redutor de salários, através do oferecimento de disciplinas telepresenciais e aviltamento das condições de trabalho do professor tutor, que recebe apenas uma hora-aula para ficar disponível por três horas-aula;

    - superlotação das salas de aula;

    - otimização das disciplinas do núcleo curricular básico, sem respeito às especificidades dos diferentes cursos;

    - não remuneração das horas-campo, nova espécie de mais-valia concebida pela Estácio de Sá para o não pagamento dos professores pelas horas despendidas na correção dos trabalhos. Essas horas-campo são consideradas como tempo de aula para efeito de fiscalização do MEC;

    - fracionamento das férias, utilizando quinze dias no período coincidente com as festas de final de ano e os quinze dias restantes em julho;

    - política de redução de carga horária dos professores com artifícios como o de reduzir o tempo das disciplinas sem qualquer critério acadêmico;

    - as decisões são tomadas à revelia dos professores, numa clara demonstração de desrespeito da Instituição, que desconsidera seus anos de formação e prática docente.

    O Sinpro-Rio, consciente da gravidade deste cenário da educação superior e em luta contra a redução salarial dos professores da Estácio de Sá, encaminha a presente DENÚNCIA PÚBLICA e anuncia que, em defesa dos interesses dos docentes, ingressou no Ministério Público do Trabalho com uma representação, solicitando que sejam efetuadas as diligências cabíveis. Além disso, terá audiência com o Ministério da Educação, ao qual será encaminhado um dossiê e serão solicitadas providências.

    O Sinpro-Rio, como sindicato representante dos docentes do ensino superior privado, vem a público reiterar o seu compromisso na defesa dos interesses do magistério e da regulamentação da educação superior privada pelo Poder Público, posicionando-se contrariamente aos setores que desejam transformar a educação superior em mera mercadoria.

    EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA!

    A Diretoria

      


    Movimento Nacional em Defesa da Amazônia ? Encontro na próxima segunda-feira, dia 07/04

    No dia 28 de abril, o Movimento em Defesa da Economia Nacional (Modecon), fundado pelo jornalista Barbosa Lima Sobrinho em 1989, presidido atualmente por Maria Augusta Tibiriçá Miranda, lançará o "Movimento Nacional em Defesa da Amazônia". O movimento, que pretende promover a integração, o desenvolvimento, a defesa e a preservação da Amazônia, será realizado no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que fica na Rua Araújo Porto Alegre, 71, 9° andar, Centro.

    Antes do grande ato de lançamento, o Modecon realizará uma reunião preparatória na próxima segunda-feira, dia 7 de abril, às 17h30, no 7º andar do prédio da ABI. As entidades ou pessoas que tenham interesse em aderir ao movimento devem entrar em contato com modecon@globo.com ou vereador@ricardomaranhao.com.br

      

    Sinpro-Rio no Fórum Mundial de Educação, em Nova Iguaçu

    No dia 29 de março, o Sinpro-Rio marcou sua presença no Fórum Mundial de Educação, em Nova Iguaçu, com uma atividade autogestionada com o título: Sinpro-Rio: Movimento, Competência e Renovação: Diferentes formas de intervenção junto à categoria.

    Representado pelas diretoras Glorya Maria e Yara Maria, o Sindicato fez uma apresentação, no Teatro do SESC, sobre o trabalho diferenciado desenvolvido pela Diretoria do Sinpro-Rio, com as inovações político, administrativas e educacionais. Cerca de 300 participantes, entre professores(as) e estudantes dos cursos de formação para o magistério, assistiram a palestra.

    No evento, o Sinpro-Rio se consolidou como entidade do movimento da sociedade civil organizada acompanhando e contribuindo com o debate para a construção de um projeto de educação pública, laica e de qualidade socialmente referenciada.

    O ponto alto do evento foi o encontro estadual dos estudantes do Prouni, que contou com importantes presenças como a do ministro da educação, Fernando Haddad, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias; o prefeito de Niterói, Godofredo Pinto, O secretário de Educação da CONTEE, José Tadeu de Almeida, o secretário de Ensino Superior, Ronaldo Mota e o Coordenador Geral do Ensino Médio do MEC, Carlos Artexes, além das lideranças estudantis nacionais e estaduais.

    O Fórum Mundial de Educação, que é organizado e coordenado pelo Instituto Paulo Freire, em vários lugares do Brasil, contou com a presença de entidades da sociedade, setores educacionais de vários municípios e todos os segmentos educacionais.

    Veja as fotos.

      

    Seminário de Inclusão Escolar: trabalhando a diversidade na escola

    Mas como trabalhar a diversidade na escola? Quais as práticas pedagógicas que podem ajudar na inclusão? Tentando esclarecer essas questões, o Sinpro-Rio, através da Escola do Professor, realizou, nos dias 28 e 29 de março de 2008, a segunda edição do seminário ?Inclusão Escolar: trabalhando a diversidade na escola?, no Teatro do Centro Universitário Moacyr Bastos, ao lado da subsede de Campo Grande (a primeira edição aconteceu nos dias 26 e 27 de outubro de 2007, na sede do sindicato).

    De forma prática e conceitual, o evento abordou os seguintes temas: as condições de trabalho dos professores no contexto inclusivo, dislexia, autismo, síndrome de Down, prática da inclusão e criação de espaços democráticos. Durante os dois dias do seminário, os 200 professores presentes tiveram a oportunidade de assistir a palestras, debater pontos importantes do tema ?inclusão escolar? e participar de oficinas que demonstraram de forma prática como os professores podem utilizar a inclusão dentro da sala de aula.

    Veja como foi o seminário na íntegra.

      

    Reintegração no Colégio Princesa Isabel

    No dia 28 de março, o Colégio Princesa Isabel, em Botafogo, recebeu um mandato de segurança, onde constava a reintegração imediata do professor Wellington Freitas na instituição. O professor, que faz parte da atual diretoria do Sinpro-Rio, foi demitido sem justa causa.

    Antes da demissão, a instituição propôs ao professor que continuasse a receber seu salário e não comparecesse mais ao trabalho. Ou seja, a instituição, claramente, queria afastar o professor da escola devido às suas atividades sindicais. Professor Wellington não aceitou essa proposta infame e, a partir desse fato, resolveu entrar na Justiça para reaver seu direito de exercer sua profissão com dignidade.

    Veja as fotos.

      

    Sinpro-Rio convoca os professores da Educação Básica para assembléia da Campanha Salarial - 12/04

    No dia 12 de abril, sábado, o Sinpro-Rio realizará a Assembléia dos professores da Educação Básica, às 10h, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que fica na Rua Araújo Porto Alegre, 71 ? 9º andar, no Centro. O objetivo da Assembléia é fazer o acompanhamento do processo de negociação da Campanha Salarial 2008. Entre as reivindicações, os professores lutam pelo ganho real nos salários, manutenção das cláusulas sociais, calendário de férias, Ed. Infantil, EAD e Saúde do Professor.

      


    Folha Dirigida entrevista o Presidente do Sinpro-Rio

    O presidente do Sinpro-Rio, Francilio Paes Leme, em entrevista à Folha Dirigida, ressaltou que a valorização dos professores vai muito além dos reajustes salariais. Segundo ele, uma boa formação de professores, condições de trabalho dignas e respeito à legislação trabalhista também são reivindicações que ajudam na valorização do educador. "Temos que olhar o salário, mas também o produto final", afirmou.

    Leia aqui a entrevista na íntegra

      

    Aos Professores da Universidade Estácio

    Caro(a) Professor(a),

    No dia 07 de março, enviamos ao colega um Boletim intitulado " Aos Professores da Universidade Estácio de Sá" . Nele descrevemos, de forma detalhada, o processo de negociação com a mantenedora, além de informar sobre os procedimentos que adotamos em relação à Direção da ADESA.

    Isso foi possível graças a você, professor, que nos forneceu seu e-mail e está recebendo nosso 4º Boletim (nota) sobre os passos dados pelo Sinpro-Rio na defesa da categoria.

    Nunca é demais lembrar que a Diretoria do Sindicato considera a luta travada na Estácio decisiva, pois, caso as irregularidades se mantenham vitoriosas, quem sofrerá não serão apenas os professores da Estácio. Sofrerá toda a categoria docente do ensino superior, na medida em que o mau exemplo da Estácio será seguido pelas demais instituições. Você, que trabalha em mais de um estabelecimento de ensino, terá seu salário reduzido mais de uma vez.

    Com essa compreensão, o Sindicato dos Professores ingressou, no Ministério Público do Trabalho, dia 10 de março de 2008, com uma DENÚNCIA contra a SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTÁCIO DE SÁ, SOLICITANDO A INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO INVESTIGATÓRIO.

    Estamos aguardando o pronunciamento do Ministério Público que deverá ouvir as partes em conflito.

    Simultaneamente, estamos agendando para a próxima semana uma audiência com o representante do Ministério da Educação no Rio, o professor Cícero Fialho. Essa reunião antecederá uma outra, que o Sindicato realizará em Brasília com as autoridades do Ministério da Educação. Faz-se necessário que os professores enviem as denúncias para o Sindicato visando a confecção de um dossiê a ser entregue ao MEC.

    Aproveitamos para informar que o número de endereços eletrônicos enviados pelos professores da Estácio cresceu de uma lista inicial de 650 para 729, até o momento. Ainda é pouco, pois a Estácio possui mais de 4 mil professores. Daí, apelarmos para o colega solicitar aos demais professores que nos enviem seu endereço eletrônico, acompanhado do nome completo. Basta enviar-nos e-mail com estes dados para: sinpro-rio@sinpro-rio.org.br.

    Finalmente lamentamos, mais uma vez, a postura de alguns, de subserviência à política da Direção da Estácio. Isso divide a categoria e procura lançar a confusão nas cabeças dos professores.

    A Diretoria do Sinpro-Rio, calcada na experiência alcançada em negociações com os patrões do ensino superior, desde 1980, agradece as manifestações de apoio recebidas e enviadas por aqueles que já entenderam a luta que se trava nesta instituição. No processo de defesa dos direitos da nossa categoria nos batemos contra aqueles que desejam fazer da educação uma mercadoria. Nossas armas são a razão e a convicção de que numa negociação devemos ser firmes na defesa dos professores, sem deixar de lado o respeito pelas idéias, não confundindo-o com a prática da subserviência.

    A Diretoria do Sinpro-Rio

      


    Professores da Universidade Gama Filho paralisam suas atividades no próximo dia 27 de março

    Os docentes da Universidade Gama Filho (UGF) vêm a público manifestar sua profunda decepção com a política educacional e trabalhista praticada por esta instituição.

    Utilizando-se da retórica da necessidade de ?enxugamento? na estrutura pedagógico-administrativa, a UGF voltou a praticar irregularidades, passando ao longo das obrigações que deveria ter perante ao seu corpo de alunos, a comunidade educacional e aos poderes públicos, enquanto detentora do título de Universidade.

    Em nome da alegada crise, que vem se tornando endêmica na Educação Superior Privada, a UGF voltou atrasar salários e não recolher o percentual do FGTS. Apesar de ter negociado este último junto à Caixa Econômica Federal e usufruir de vantagens por ser ainda uma entidade ?filantrópica?.

    Em agosto de 2007, os professores tiveram seus salários postos em dia, fruto da mobilização dos docentes. Já em novembro do mesmo ano, os atrasos recomeçaram. Hoje, quase terminando o mês de março, não foram pagos os salários de fevereiro, o 13º de 2007, que, por lei, deveria ser efetuado até 20 de dezembro. A esse quadro vêm-se somando outras irregularidades, como: a extinção de cursos e demissões de professores, alguns com mais de 20 anos na instituição, sem a devida homologação no sindicato e pagamento dos direitos trabalhistas.

    Não se pode permitir que tais irregularidades tornem-se costumeiras e ponham em risco o compromisso dos professores com uma educação de qualidade.

    Em sinal de repúdio ao descaso e ao desrespeito, os professores paralisarão suas atividades, no próximo dia 27 de março, como mais uma forma de advertência. Durante a paralisação, os professores estarão reunidos em Assembléia, às 11h, na sala dos professores do CBM, no campus Piedade, com o objetivo de discutirem, coletivamente, a situação e os próximos passos da luta. Solicitamos aos alunos que compreendam a grave situação e não compareçam às aulas neste dia.

      


    Unimed Rio, mais uma promessa cumprida

    Além da Dix e Medial Saúde, agora os professores poderão contar com os serviços da Unimed Rio.

    Após um longo período de negociações, no dia 26 de fevereiro, o Sinpro-Rio assinou contrato com a Unimed Rio. O lançamento do novo convênio aconteceu, na sede do Sindicato, em um evento formal que contou com a presença da Diretoria do Sinpro, da Unimed e da Padrão Seguros.

    Com mais esta novidade, o objetivo do Sinpro é garantir a todos os associados excelentes condições na hora de contratar um plano de saúde.

    Mais informações poderão ser obtidas pelos telefones 0800-282-3211 ou 3262-3460.

    Veja as fotos do lançamento do novo convênio.

    Tabela de Preços para Titulares e Dependentes
    Produtos sem Co-participação

    Faixa Etária Personal QC Personal QP Alfa QC Beta QP Delta QP Ômega QP
    0-18 75,54 84,22 90,30 113,64 135,06 186,23
    19-23 95,03 106,06 113,77 143,45 170,65 235,66
    24-28 117,89 131,67 141,33 178,40 212,41 293,64
    29-33 123,85 138,35 148,51 187,53 223,32 308,80
    34-38 131,17 146,56 157,32 198,73 236,67 327,36
    39-43 149,51 167,11 179,43 226,75 270,15 373,86
    44-48 180,22 201,51 216,42 273,72 326,24 451,74
    49-53 206,73 231,22 248,35 314,24 374,65 518,98
    54-58 286,59 320,71 344,58 436,36 520,51 721,56
    59 ou mais 435,59 487,64 524,08 664,18 792,61 1099,48


      

    Professores da Universidade Gama Filho paralisam suas atividades no dia 27/03

    Os docentes da Universidade Gama Filho (UGF) vêm a público manifestar sua profunda decepção com a política educacional e trabalhista praticada por esta instituição.

    Utilizando-se da retórica da necessidade de "enxugamento" na estrutura pedagógico-administrativa, a UGF voltou a praticar irregularidades, passando ao longo das obrigações que deveria ter perante ao seu corpo de alunos, a comunidade educacional e aos poderes públicos, enquanto detentora do título de Universidade.

    Em nome da alegada crise, que vem se tornando endêmica na Educação Superior Privada, a UGF voltou atrasar salários e não recolher o percentual do FGTS. Apesar de ter negociado este último junto à Caixa Econômica Federal e usufruir de vantagens por ser ainda uma entidade " filantrópica" .

    Em agosto de 2007, os professores tiveram seus salários postos em dia, fruto da mobilização dos docentes. Já em novembro do mesmo ano, os atrasos recomeçaram. Hoje, quase terminando o mês de março, não foram pagos os salários de fevereiro, o 13º de 2007, que, por lei, deveria ser efetuado até 20 de dezembro. A esse quadro vêm-se somando outras irregularidades, como: a extinção de cursos e demissões de professores, alguns com mais de 20 anos na instituição, sem a devida homologação no sindicato e pagamento dos direitos trabalhistas

    Não se pode permitir que tais irregularidades tornem-se costumeiras e ponham em risco o compromisso dos professores com uma educação de qualidade.

    Em sinal de repúdio ao descaso e ao desrespeito, os professores paralisarão suas atividades, no próximo dia 27 de março, como mais uma forma de advertência. Durante a paralisação, os professores estarão reunidos em Assembléia, às 11h, na sala dos professores do CBM, no /campus/ Piedade, com o objetivo de discutirem, coletivamente, a situação e os próximos passos da luta.

    Solicitamos aos alunos que compreendam a grave situação e não compareçam às aulas neste dia.

    Dia 27 de março, quinta-feira, não haverá aula na UGF.

      


    Eleições na Previ-Rio

    Entre os dias 14 e 17 de abril, acontecerá as eleições para o Conselho de Administração do Previ-Rio, órgão administrador dos recursos provenientes dos servidores municipais, responsável pelo pagamento das nossas aposentadorias, pensões e pela garantia de alguns benefícios já conquistados pela nossa mobilização.

    O conselho é composto por nove membros: cinco indicados pelo prefeito e quatro eleitos pelos servidores. As decisões do conselho somente alcançam validade com a presença de, pelo menos, seis conselheiros. Devemos nos informar sobre as propostas e os compromissos dos candidatos, pois eles são os representantes eleitos dos funcionários públicos do nosso município, e devem ter total autonomia frente à prefeitura. Esta independência é fundamental para que estes conselheiros fiscalizem e denunciem qualquer tentativa de desvio dos recursos que pertencem a nós, servidores, e não ao prefeito para fazer demagogia ou obras para engrandecer seu governo.

    O Sinpro-Rio apóia a candidatura para as eleições do Conselho de Administração do Previ-Rio do Professor de História da rede municipal do Rio, Marco Túlio, que, atualmente, é diretor do Sepe Central (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) e diretor da Regional 3 (Grande Tijuca e Grande Méier).

    O professor, que é servidor há 13 anos, pretende lutar pela transparência e pelo controle sobre as verbas que nos pertencem, e que serão utilizadas para pagar nossas aposentadorias. Já que o Sepe denunciou, em conjunto com outras categorias, o rombo de mais de R$ 875 milhões no Funprevi devido aos desvios ilegais da prefeitura.

    Os recursos do Previ-Rio são enormes. Eles precisam ser bem aplicados em prol do beneficio dos servidores, garantindo a nossa aposentadoria com equiparação de vencimentos. Não podemos permitir que o prefeito use nosso dinheiro em obras ou medidas demagógicas que venham descapitalizar nosso fundo de previdência.

    Por isso, a educação precisa estar representada neste conselho por um professor que não esteja ocupando um cargo de confiança do prefeito. Como o maior segmento do funcionalismo público municipal, nossa categoria pode impulsionar as lutas e a unidade necessária com os demais servidores para a defesa e a ampliação dos nossos direitos.

    Contamos com o seu voto

    Prof. Marco Túlio - Nº 7

      


    Informe da Campanha Salariarial 2008 - Educação Básica

    No dia 8 de março de 2008 realizou-se, pela manhã, na ABI, a Assembléia de Pauta definindo as reivindicações dos professores para este ano. Estiveram presentes 140 professores que aprovaram por imensa maioria todas as propostas encaminhadas pela Diretoria do Sinpro-Rio.

    A pauta aprovada está sendo divulgada em boletim específico da campanha que o Sindicato já começou a distribuir nas Escolas a partir do dia 19 de março e, também, enviado pelo correio para os associados. Podemos de