Sinpro-Rio faz panfletagem em Campo Grande (27/04/09)

O Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio) estará nesta segunda, dia 27, a partir das 12 horas, fazendo panfletagem calçadão de Campo Grande. O objetivo é conscientizar a sociedade para os problemas na rede de ensino privada, que ainda não fechou o acordo salarial de 2009 com o patronato. Na quarta, dia 29, também ás 12h, a mesma movimentação deverá ocorrer em frente dos Vereadores, no Centro do Rio.

Os professores da educação básica da rede privada do mundo município do Rio rejeitaram, no último encontro da categoria realizado dia 18, a proposta de reajuste parcelado de 5,92% oferecido pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Rio de Janeiro (Sinepe-Rio). Uma nova assembléia no dia 9 de maio, ás 10 horas, na sede do Sinpro-Rio.

A oferta do patronato foi de correção dos 5,92%, apontados pelo INPC, restituindo os docentes 4,5% em abril e o restante em pagamento parcelado até o mês de outubro. Segundo Wanderley Quêdo, presidente do Sinpro-Rio, a proposta do patronato vai de encontro aos interesses da categoria, já que, segundo sindicalista, as escolas possuem condições de atender á reivindicações de pagamento do percentual de 5,92%, já em abril.

"Também queremos um ganho real de mais de 2% no contracheque. A argumentação deles é que a crise atingiu a todos, no entanto, sabemos que os setor educacional foi um dos menos atingidos pela crise mundial e o estado do Rio, um dos menos do Brasil.", afirmou Wanderley.

Além de reajuste salarial, o sindicato solicita que os professores consigam tirar suas férias durante o mês de janeiro, sem interrupções.

Segundo o Sinpro-Rio, na maioria das escolas os professores não recebem notificação de férias em janeiro: são convocados durante os mês para reuniões de planejamentos ou pedagógicas. E, ao retornarem em fevereiro, assinam as férias como se estivessem descansado o mês anterior. "Na verdade, eles não tiram férias, pois não podem viajar, por exemplo. Como não foram notificados antes, a escola pode até argumentar que não estão de férias", contou o presidente.